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Calculadora de rodas

Wheel-Size.com

18 junho, 2008

■ Dica: Quer rebaixar teu carro e ficar na lei? Leia

Funciona assim,

  1. Você leva o veiculo original até o detran, e pede uma autorização para legalizar ele rebaixado;
  2. Depois você rebaixa e volta até o detran, dai eles farão uma vistoria e uma autorização para você ir no inmetro;
  3. Você vai até o inmetro com a autorização e com o veiculo rebaixado, la eles irão fazer vários testes de suspensão, de amortecedores, de pneus, tamanho da roda, também irão verificar se a suspensão é fixa e sem nota de todos os itens, só é liberada a suspensão fixa e preparada.... É igual a um a vistoria comum. Feito isso, eles irão medir a altura inferior do farol baixodo carro até o chão, esta altura vai vir nos documentos depois, eles também passam para o laudo, o tamanho das rodas e medida dos pneus. Você passando por esses testes, o inmetro vai emitir um laudo tecnico.
  4. Você volta ao detran com o laudo e apresenta para eles. Eles farão mais uma vistoria, e pronto! Só esperar os documentos e ta legalizado!

Mas não é de graça.. Aqui na minha cidade vc paga 2 taxas! Uma no detran que é da vistoria de r$123,00 e outra la no inmetro de r$350,00.

Eu aconselho vcs depois que saírem do inmetro, a fazer um xerox do laudo autenticado em cartório, pois o laudo original vai fikar no dentran!! Só por segurança!


Alguns detalhes que ia esquecendo:

* não existe altura mínima permitida, a lei fala alguma coisa a respeito disso? Até então, não, portanto, pode a altura que for desde que, aprovado pelos testes do inmetro;

** a altura é medida do foco central do farol até o chão, não tem bota de policial, parafuso mais baixo do carro, etc... É do foco ao chão e fim de papo. Para os mais inseguros, uma cópia da resolução e uma fita métrica servem de calmante se dentro do porta luvas.

*** a suspensão tem que ser fixa, pode ser mola esportiva, mola cortada, mola do papa, que seja, mas tem que ser fixa, suspensão regulável não passa. Não adianta regularizar e colocar regulável, se for pego, fica detido. Se legalizar com 50cm (foco farol até o chão por ex.) E depois baixar mais o carro, o policial vai medir, se for grosseira a diferença do documento na prática, fica detido.

01 junho, 2008

■ Tudo sobre drifting

Com o lançamento do filme "Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio", as corridas de derrapagem ou "drifting" finalmente chegaram ao cinema. Hollywood com certeza já conhece há muito tempo o ficar fazendo círculos em torno de si mesmo com o carro, mas este filme é sobre o esporte de perder tração. Nas corridas de derrapagem ou "drifting", os pilotos forçam o carro a deslizar lateralmente nas curvas, o que pode causar uma verdadeira contradição: eles podem controlar o que acontece quando os pneus perdem a aderência à pista.


Foto cortesia de Fred Chang

Na realidade, o "drifting" não é um esporte novo. Se a traseira do seu carro já derrapou em uma estrada molhada e você lutou por 15 metros para controlá-lo, você já fez "drifting". Mesmo em corridas de carro o "drifting" é muito comum. Antigamente os carros não tinham a mesma aderência e nas corridas, quando o carro entrava em uma curva em alta velocidade e a traseira derrapava, ou ele rodava na pista, ou o piloto se recuperava da derrapagem e continuava à frente. Hoje, mesmo com pneus que podem aderir a uma parede vertical, a habilidade de derrapar sem rodar na pista é um atributo invejável. Os melhores pilotos podem controlar a derrapagem fazendo esta manobra - se um piloto percorrer uma trajetória "não-ideal" em uma curva e frear causando a perda de tração do carro, ele terá muito mais oportunidades de ultrapassar do que um piloto que não consegue controlar a derrapagem.

A novidade agora é fazer da derrapagem um esporte. As "corridas de derrapagem" nasceram nas montanhas sinuosas do Japão nos anos 90 e se espalharam pelos EUA e Grã-Bretanha nos últimos 5 anos. Uma derrapagem simples faz o carro andar de lado em uma curva, mas esta manobra pode ser muito complexa. Na categoria profissional, os pilotos podem derrapar nas curvas opostas sem que as rodas tenham aderência à pista. É aí que as pistas sinuosas das montanhas entram - a não ser pelo perigo de morte, as pistas das montanhas são um percurso ideal para se fazer o "drifting". As inúmeras curvas em formato de "S" permitem que os pilotos mostrem as suas habilidades avançadas de derrapagem.

Existem duas técnicas primárias que os pilotos usam para iniciar a derrapagem: embreagem e frenagem. A prática do "drifting" quase sempre requer um carro de tração traseira; é possível derrapar usando um carro de tração dianteira, mas é raro. Em uma derrapagem com técnica de embreagem comum, quando o piloto chega perto da curva, ele pisa na embreagem e engata a segunda marcha, eleva o giro do motor para 4.500 rpm e solta a embreagem. Quando isso acontece, existe um aumento enorme na força do motor que é enviada para as rodas porque o motor está girando muito rápido. O envio desta força repentina faz com que as rodas traseiras girem rápido causando a perda da tração e fazendo com que a traseira do carro derrape na curva. Na técnica básica de frenagem, o piloto puxa o freio de mão quando o carro entra na curva, fazendo com que as rodas traseiras travem e percam a aderência, iniciando assim, uma derrapagem. Este tipo de técnica é a única que pode ser usada com um carro de tração dianteira. Em um carro de tração traseira existe pelo menos uma dúzia de técnicas de derrapagem e os profissionais do "drifting" usam várias delas em uma única corrida.


Foto cortesia de Fred Chang

Uma vez iniciada a derrapagem, a parte difícil do esporte começa; segurar a derrapagem ao invés de rodar na pista requer muita prática. Especialistas do "drifting" usam uma combinação de controle da aceleração e dos movimentos do volante para controlar a derrapagem, não permitindo que o carro se endireite na pista, ganhe tração ou diminua a velocidade na curva. Os melhores pilotos podem manter a derrapagem por várias curvas consecutivas. Este é um nível de habilidade de derrapagem muito alto - os pilotos executam habilidosamente múltiplas técnicas, uma após a outra, para estender o controle da derrapagem. Na próxima seção, veremos as técnicas que você pode assistir no circuito profissional de corridas de "drifting".

Fazendo um carro derrapar


Foto cortesia de Fred Chang
A primeira técnica que um piloto precisa dominar é a da corrida comum. A Redução Punta-Taco permite que o piloto de corrida reduza a marcha rapidamente e sem trancos (para aumentar as rotações) enquanto está freando (para transferir o peso do carro para a frente). O objetivo desta técnica de redução de marcha é manter o equilíbrio entre o giro do motor e a velocidade da roda para evitar trancos ao reduzir as marchas. Para reduzir a marcha com esta técnica (Punta-Taco), enquanto o pé direito está no freio o pé esquerdo aciona a embreagem, o câmbio é colocado em ponto morto e a embreagem é solta. Então, mantendo a ponta do pé no freio, move-se o lado direito do calcanhar para o acelerador e dá-se uma acelerada suficiente para igualar rotação e velocidde do carro na marcha a ser engatada (geralmente em torno de 1.500 rpm por redução). Assim que a rotação desejada é atingida, desacelera-se e ao mesmo tempo a embreagem é apertada e efetua-se a redução de marcha. Executada corretamente, as rotações são aquelas que quando a embreagem é liberada o motor conecta-se à transmissão combinando com a velocidade das rodas e por conseguinte do veículo. Ao realizar esta técnica, o piloto estará pronto para executar algumas técnicas de derrapagem.

Técnicas baseadas na embreagem

  • Derrapagem "Clutch-kick", pela embreagem - ao chegar na curva, o piloto pressiona a embreagem, aumenta bastante o giro do motor e reduz a marcha. Quando ele solta a embreagem causa um aumento repentino de força que faz as rodas traseiras perderem momentaneamente a tração e patinarem. Esta é uma técnica básica do "drifting".
  • Derrapagem "Shift-lock", travamento de roda pela redução - ao chegar na curva, o piloto reduz a marcha com o pé fora do acelerador. Então ele solta a embreagem abruptamente, causando diminuição da velocidade e o travamento das rodas traseiras que perdem a tração.

Técnicas baseadas nos freios

  • Derrapagem "E-brake", pelo freio de estacionamento - o piloto entra na curva e puxa o freio de estacionamento para travar as rodas traseiras. Ele vira o volante para dentro da curva e a traseira derrapa para fora. Esta é uma técnica básica do "drifting".
  • Derrapagem "Braking", pelo freio de serviço - o piloto entra na curva e pressiona o freio para transferir o peso do carro para as rodas dianteiras fazendo com que as rodas traseiras se elevem e percam a tração. Ele então usa a combinação do freio e a troca de marchas para segurar a derrapagem sem travar as rodas traseiras.
  • Derrapagem "Lona-lide", escorregada longa - numa reta longa e ao se aproximar da curva em alta velocidade (até 160 km/h), o piloto puxa o freio de estacionamento para iniciar uma derrapagem longa e mantê-la dentro da curva.

Outras técnicas

  • Derrapagem "Poder-mover", de potência - o piloto acelera durante toda a curva levando a traseira sair do final assim que o peso muda na saída. Esta técnica necessita de muita potência.
  • Derrapagem "Feint", de batente - o piloto conduz o carro para o lado de fora na entrada da curva, o peso do carro é transferido para as rodas externas, então rapidamente vira o carro para dentro da curva. Quando a suspensão do carro dá batente, o peso muda tão rapidamente que a traseira sai e a derrapagem se inicia.
  • Derrapagem "Jump", pulo - ao entrar na curva, o piloto faz o pneu traseiro interno subir na lavadeira para transferir o peso do carro para as rodas externas e induzir a perda de tração, iniciando assim a derrapagem.
  • Derrapagem "Dynamic" (derrapagem "Kansei") - ao entrar na curva em alta velocidade, o piloto tira o pedal do acelerador repentinamente para transferir o peso para as rodas dianteiras iniciando uma derrapagem por conseqüência da perda de tração dos pneus traseiros.
  • Derrapagem "Swaying", rolagem - uma derrapagem "swaying" é muito parecida com a derrapagem "feint" exceto pelo fato de que a "swaying" começa na reta antes da entrada da curva. Quando o carro começa a derrapar, o piloto usa o volante para manter a derrapagem da traseira do carro de um lado a outro em sucessão.
  • Derrapagem "Dirt-drop", sujada de pneus - o piloto coloca os pneus traseiros fora do asfalto, na terra. Esta técnica ajuda a iniciar a derrapagem, manter a velocidade para segurar a derrapagem nas curvas múltiplas ou aumentar o ângulo de derrapagem (veja a próxima seção) em uma única curva.
Para informações e instruções para cada técnica mencionada, confira Seção Drift: técnicas de derrapagem (em inglês).


Foto cortesia de Fred Chang

Como você pode notar nas técnicas acima, o "drifting" não é coisa mais natural para um carro fazer. Para arranjar um carro em bom estado para o "drifting" e mantê-lo em bom estado para isso, existem algumas adições ou modificações que muitos pilotos fazem. Estas modificações podem incluir aumentar a potência e melhorar o sistema de arrefecimento do motor para agüentar o aumento da solicitação e os requisitos de potência, o reforço da suspensão (a suspensão MacPherson é a preferida) para ajudar a transferência de peso das técnicas de derrapagem e a instalação de um diferencial autobloqueante para que o piloto possa controlar o carro enquanto derrapa em mais de uma curva. Um diferencial autobloqueante permite que o carro transfira o torque para a roda que tenha tração, seja para uma ou para todas as rodas (veja Como funcionam os diferenciais para aprender mais sobre os diferenciais autobloqueante). O piloto irá desabilitar qualquer controle de tração e/ou sistemas anti travamento de freios para que os pneus possam perder tração mais facilmente, como também calibr-a-los com 10 libras acima do normal para diminuir a aderência à pista. Tendo em vista que os pneus podem se acabar em apenas algumas passagens de derrapagem, os pilotos colocam pneus bons na frente e pneus baratos na traseira. Os pneus são de longe os itens mais caros no esporte de derrapagem, isto é, a não ser que você compre um carro completo para praticar "drifting".

Se você quiser comprar um carro para "drifting", procure basicamente por um carro leve e de com tração traseira, que seja relativamente barato (os carros podem ficar muito danificados em circuitos de "drifting"). Outras qualidades que fazem um carro de "drifting" ser bom incluem uma relação de peso frente para traseira alta, alta potência e volante de motor leve para que o giro suba mais facilmente. Os carros mais populares para "drifting" são o Toyota Corolla AE86 GTS, o Nissan Silvia S13 ou S14, o Nissan 180 SX, o Nissan Skyline GTS-T, o Nissan Sil-Eighty e o Mazda RX-7 (os carros japoneses tendem a ser mais leves na traseira do que outros).


Foto cortesia de Raffaele Care
Toyota Corolla AE86 GTS (acima) e Nissan 180SX

Você encontrará uma ampla variedade de carros nas competições de "drifting", incluindo modelos americanos e europeus. A maioria dos profissionais lhe dirá que com o nível certo de habilidade você pode fazer de qualquer carro um para "drifting" e além dos carros de "drifting" comuns é possível se ver desde Ford Mustangs até BMWs nas corridas .

O julgamento nas competições de "drifting" é muito diferente dos de qualquer outro tipo de corrida de automóveis. É mais parecido com o julgamento de uma competição de patinação no gelo do que com uma corrida de Stock Cars. Na próxima seção, você verá o que acontece em uma competição de "drifting".

Competições de drifting

Como qualquer outra corrida de carros, as competições de drifting têm requisitos de segurança . Na maioria dos eventos, os carros devem estar equipados com bancos especiais para carros de competição com cintos de cinco pontos, gaiolas protetoras internas e os pilotos precisam usar capacete. As pistas de corridas de "drifting" são mais curtas do que as outras. Elas têm no mínimo uma e no máximo 5 ou 6 curvas em forma de "U", uma série de curvas em "S" ou um grande círculo que é uma curva única e interminável.


Desenho de uma pista de corrida no Havaí que tem 3 percursos de "drifting"

Em uma competição de automóveis as corridas são julgadas subjetivamente e não com um cronômetro. Existem dois tipos de corridas de "drifting": a corrida solo, que acontece no começo da competição e a corrida de duplas que acontece depois da classificação da corrida solo, quando resta um número limitado de pilotos. As corridas solo envolvem um único carro realizando uma corrida de "drifting" no percurso e a pontuação vai até 100 pontos para cada corrida. Os critérios do julgamento incluem:

  • Driving line - a trajetória que o carro faz em uma curva deve ser precisa, com a frente do carro perto da parte interna da curva. Para ganhar pontos extras, um piloto também pode mostrar a habilidade em manter a traseira do carro perto do lado de fora da curva.


    Foto cortesia de Fred Chang
  • Speed - quanto mais rápido ao longo da curva, melhor. Os juízes gostam de velocidade na entrada, durante e na saída da curva.
  • Drift angle - o ângulo de derrapagem é o ângulo do carro durante uma curva relativo à direção do deslocamento. Quanto mais a traseira do carro sair, melhor. Este elemento também inclui a quantidade de tempo que o ângulo é mantido. Essencialmente, o ângulo de derrapagem ideal terá que manter o carro perpendicular à direção do percurso durante toda a curva.


    Foto cortesia de Fred Chang
  • Performance/Execution - em corridas de "drifting" o que vale é o show. Os juízes dão pontos de desempenho baseados em elementos como estilo de condução e a fumaça gerada pelos pneus durante a derrapagem. Os pilotos costumavam ganhar pontos de desempenho abrindo a porta durante a derrapagem ou colocando os braços ou as pernas para fora da janela, mas isto não é mais permitido na maioria das competições. As janelas e as portas devem permanecer fechadas.
Uma vez que as corridas solo tenham reduzido o número de concorrentes, a competição passa para as corridas em tandem, em fila, um carro sempre atrás do outro. Neste estágio, dois carros estão no percurso ao mesmo tempo, trocando papéis, uma vez como carro líder, outra vez como carro perseguidor. Esta é uma estratégia de defesa/ataque destinada a descobrir quem derrapa melhor sob pressão. O carro líder precisa evitar o carro perseguidor e ao mesmo tempo executar uma derrapagem ideal: enquanto isto, o carro perseguidor tenta atrapalhar o carro líder e executar a derrapagem ideal. Um piloto que roda na pista ou causa contato, perde automaticamente a corrida em tendem. Nesta corrida, os juízes atribuem os pontos por comparação, portanto só um piloto sairá ganhador.


Foto cortesia de Fred Chang

Foto cortesia de Fred Chang

Foto cortesia de Fred Chang

Se você está interessado em participar do "drifting", deve seguir o mesmo caminho que seguiria para participar de qualquer outro tipo de esporte motorizado. Comece aprendendo a pilotar, e a melhor maneira de aprender a pilotar é participando de uma competição de iniciantes realizada por uma das associações de pilotos de "drifting". Não tente aprender em vias públicas ou estacionamentos vazios, pois é inseguro para todos, incluindo o piloto. Em um estacionamento vazio não existe ajuda se você bater o carro, o que é uma possibilidade em um esporte baseado na premissa da perda de controle.


Foto cortesia de Fred Chang

Assim que você aprender os conceitos básicos, pode ir a pistas de "drifting" quando os pilotos estiverem treinando para as competições e derrapar à vontade - terá que pagar por hora, mas a equipe de segurança estará de prontidão se houver algum acidente e isto também lhe dará a chance de conhecer outros pilotos de "drifting" e de se inscrever em competições que procuram pilotos e em rodadas amadoras de classificação. Os vencedores de tais eventos podem participar de competições de classificação e os vencedores destas podem ir subindo até chegar ao circuito profissional de "drifting".

30 maio, 2008

■ Como funciona a compra de um carro - Parte 1

Introdução

Todo mundo que pretende comprar um carro precisa ter algumas dicas valiosas para uma boa escolha. Principalmente se é sua primeira compra.

Comprar um carro é decidir também sobre o quanto seu bolso agüenta pagar. Certamente existe muita coisa que você precisa entender antes de ir correndo a uma concessionária, mas tão logo entenda o que os termos significam e como funciona o financiamento, estará pronto para conseguir o melhor preço possível pelo modelo que escolheu.


Foto cortesia de Edmunds.com
Crédito: Scott Jacobs

Neste artigo, falaremos sobre a compra de carros novos e usados, o que você precisa saber antes de decidir comprar, como evitar as armadilhas mais comuns, como conseguir o melhor preço e o que fazer se houver um problema com sua compra.

Alteração do hodômetro
O hodômetro permite que você saiba quantos quilômetros o carro rodou. A quilometragem do carro usado afeta seu preço de venda. Por exemplo, quanto maior a quilometragem, menor é o valor do carro. Por esse motivo, algumas pessoas inescrupulosas alteram a leitura desse aparelho. Apesar de ser crime tentar diminuir a quilometragem ou mudar a leitura do hodômetro, isso não evita que as pessoas o façam.
A primeira coisa que você deve decidir antes de começar a procurar um carro para comprar é se quer um novo ou um usado. Claro que existem vantagens e desvantagens em ambas as opções. Caso decida por um carro usado, há várias coisas que precisa ter em mente.

No Brasil, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) registra cerca de 400 mil acidentes por ano nas cidades e estradas do País. Se você está no mercado em busca de um carro usado, há chances de que encontre um que tenha se envolvido em um acidente. O mais importante na compra de um carro usado é saber tudo sobre o histórico dele, incluindo:

  • o número de proprietários anteriores;
  • se o carro alguma vez sofreu em um acidente;
  • qualquer problema mecânico anterior;
  • o histórico de manutenção do carro.

Um dos maiores benefícios de comprar um carro usado é que você geralmente pode fazer um grande negócio e, em muitos casos, comprar até mesmo um veículo relativamente novo. Compradores que obtêm sucesso na compra de carros usados ficam tão felizes com seus carros quanto os compradores de carros novos. Mas lembre-se de que as piores histórias sobre a compra de carros envolvem os carros usados. Quando você tiver uma boa idéia de qual carro atende melhor às suas necessidades e orçamento, pode começar sua procura por carros usados.

Há vários lugares para encontrar um carro usado:

  • uma revendedora de carros usados;
  • uma grande concessionária especializada em carros usados;
  • feirões de carros usados;
  • muitas concessionárias de carros novos também vendem carros usados;
  • sites de carros usados, muitas vezes ligados aos revendedores;
  • classificados impressos ou na internet.


Foto cortesia de Edmunds.com
Crédito: Scott Jacobs
Você encontrará uma grande variedade de fabricantes e modelos em um lote de carros usados

Tenha em mente que os classificados são usados tanto pelos revendedores como pelos proprietários. Alguns revendedores usam até sites de carros usados na internet. Transações diretas com pessoas que você conhece e classificados online ou impressos são boas opções se você quiser evitar uma concessionária. De acordo com a Car Buying Tips.com (em inglês), não importa sua preferência, se você decidir comprar um carro usado, há quatro providências que vão aumentar suas chances de sucesso:

  1. Peça a um mecânico de sua confiança para fazer uma inspeção completa no carro num elevador e verificar danos - qualquer coisa que possa indicar acidente, desgaste excessivo ou inundação.

  2. Consiga o número do Renavam para investigar sobre o carro pelo site do Denatran, onde será possível ver, por exemplo, o número de multas, observações e se o carro foi roubado. Se você se interessar por mais outros detalhes, pode fazer uma pesquisa no Detran (Departamento Estadual de Trânsito) de sua cidade e saber, por exemplo, o número de proprietários do carro.

  3. Nunca assine o termo "nas condições em que se encontra". Muitos revendedores de carros usados tentam incluir esse termo nos documentos que você terá que assinar. Como em qualquer situação onde você precise assinar alguma coisa, LEIA ANTES DE ASSINAR. Por lei, você tem direito a 90 dias de garantia para ter certeza de que o carro está em boas condições. Se assinar um termo "nas condições em que se encontra", assim que você sair da loja com o veículo, qualquer coisa que venha a dar errado é problema seu. Revendedores sérios acabam oferecendo garantias maiores que as exigidas por lei.

  4. Tenha seu financiamento e crédito aprovados antes de ir comprar o carro, se você for adquirir um financiamento por banco.

Se você seguir essas instruções simples, a experiência de comprar um carro usado deverá ser tranqüila. Lembre-se de que comprar um carro usado em uma concessionária é como comprar um carro novo em uma concessionária. Você deve estar munido de todas as informações relevantes antes de comprar qualquer tipo de carro, seja novo ou usado.

Consulte o guia
Se você está à procura de um carro usado, talvez seja interessante consultar um guia de preços, comum em jornais, revistas especializadas ou em sites como o Uol, que disponibiliza o serviço.

Lembre-se de que são apenas guias e devem ser usados como tal. Os preços listados geralmente são para carros em boas condições e com "quilometragem razoável" - aproximadamente 20 mil km por ano. Se o carro tiver uma quilometragem muito acima disso ou estiver em más condições, o preço de venda deve ser menor do que o listado no guia.


A internet é sua melhor amiga

Não importa se você está comprando um carro novo ou usado, sem dúvida a internet é uma grande ferramenta. Se você for comprar um carro novo, pode verificar por quanto ficaria com os opcionais que deseja. Se você fizer sua lição de casa, poderá ir a uma concessionária munido de informações valiosas.

Para começar, uma sugestão é visitar o site dos fabricantes para ver os carros e opções disponíveis. Geralmente, você pode localizar concessionárias e fazer cotações ou ver o Preço de Tabela. Aproveite para verificar no site do fabricante a garantia dos carros. Saiba que há três tipos de garantia:

- legal: 90 dias, determinada pelo Código de Defesa do Consumidor;
- contratual: é a que o fabricante oferece espontaneamente e varia de 1 a 3 anos, havendo alguns casos de 5 anos. O tempo da garantia contratual inclui os 90 dias da garantia legal. Às vezes o termo de garantia estabelece limite de quilometragem, prevalecendo o que vence antes;
- estendida: é paga pelo comprador para cobertura de reparos depois de expirada a garantia contratual. Lembre-se que as garantias estendidas são uma maneira de o concessionário tirar mais dinheiro da sua conta bancária.
Então, saiba exatamente que tipo de garantia estendida você quer e o quanto está disposto a pagar por ela.

Assim que tiver diminuído seu leque de escolhas, você poderá pesquisar em uma série de outros sites como de lojas de automóveis para obter mais informações de preços.

Além de usar a internet para pesquisar o carro que quer comprar, você também pode verificar suas opções de financiamento.


Foto cortesia de Edmunds.com
Crédito: Scott Jacobs
Deixe seus dedos caminharem para não ter que suar seus pés. Use a internet para encontrar seu carro.

Agora que você sabe onde começar a pesquisa, vamos analisar o que deve saber antes de ir às compras.

■ Como funciona a compra de um carro - Parte 2

O que saber antes de ir

Sobre você

Como os vendedores lucram
Há três maneiras dos vendedores lucrarem com você. Não se deixe enganar!
  1. O preço do seu carro usado negociado na troca.
  2. O processo de negociação do preço do carro novo.
  3. Mudança de termos na hora de assinar o contrato.
Fonte: CarBuyingTips.Co

Antes de começar a pensar em coisas legais como a escolha de um conversível ou um esportivo, você precisa fazer um auto-exame. Antes de mais nada, é preciso checar seu orçamento, estabelecendo um limite de preço razoável para o carro e começar a eliminar os carros além desse limite. Como um comprador em potencial, você precisa ser realista. Não fantasie um carro de R$ 45 mil se seu orçamento só permite um de R$ 22 mil. Além disso, lembre-se que tentar achar um jeito de comprar um carro que está fora do seu orçamento não é uma boa idéia, afinal, não é muito divertido ter um carro se você não tem dinheiro para ir aos lugares com ele.

Finalmente, você precisa saber quais são as suas necessidades:

  • Você precisa carregar equipamento pesado? Pense em uma picape.
  • Você tem uma família grande ou dá carona para seus colegas? Pense em uma minivan, uma perua ou um utilitário esportivo grande.
  • Você mora em uma área onde precisa mais de tração? Pense em um utilitário esportivo com tração nas quatro rodas.
  • Você viaja longas distâncias ou usa o carro raramente? Se você viaja longas distâncias, pesquise carros que consumam pouco combustível.
  • Pense num carro flexível em combustível ("flex") se você mora numa região onde a diferença de preço entre o álcool e a gasolina é grande, caso do Sudeste. Você gastará menos reais para rodar. Mas como quase 90% dos carros disponíveis no mercado brasileiro são "flex", são poucas as chances de encontrar um só a gasolina.
  • Você precisa de um reboque - talvez para cavalos ou um barco? Considere uma picape pesada ou um utilitário esportivo com engate para reboque.
Há várias opções de escolha hoje. Saber suas necessidades é a maneira mais fácil de começar a eliminar algumas dessas opções. Eventualmente, com alguma pesquisa adicional, você conseguirá diminuir consideravelmente o número de opções.


Foto cortesia de Edmunds.com
Crédito: Scott Jacobs
O test-drive tem um papel essencial na compra de um carro

Sobre o carro

Quando descobrir qual carro você quer (ou quais carros quer ver mais de perto - pense em fazer um test-drive, em testá-lo), há algumas coisas que você deve saber sobre esse (s) carro (s) para que você consiga o melhor negócio possível quando estiver pronto para efetuar a compra. Você precisará saber o preço médio do carro, para não pagar mais do que deve, e ter uma boa idéia do preço-base (o preço de um carro sem nenhum opcional especial), indo a concessionárias e usando a internet. Deverá também ter uma idéia de quanto o revendedor vai acrescentar por vários opcionais como ar-condicionado, um CD player , direção hidráulica ou freios ABS. Se puder, tente descobrir qual é o preço de concessionária e negocie sobre esse valor. De acordo com o Consumer Reports, é muito melhor fazer isso do que negociar sobre o preço de tabela.

Além de visitar as concessionárias para fazer sua pesquisa, você também pode ler sobre o carro em revistas e sites especializados, descobrindo quais carros receberam as melhores classificações em itens como segurança, consumo e assim por diante. Quando sua lista estiver com poucas possibilidades, você deve reavaliar as marcas e modelos escolhidos.

Outra boa maneira de saber mais sobre um carro é perguntar para sua família, amigos, colegas de trabalho e vizinhos. Entre essas pessoas certamente encontrará alguém que tenha ou já teve um carro da marca ou modelo que você deseja.

Finalmente, se pretende usar o seu carro na troca, precisa saber o preço desse carro. Lembre-se que alguns revendedores ganham muito dinheiro pagando pouco pelo seu usado.

Pagamento

Preço de tabela x preço de mercado
O Preço de Tabela é o preço público sugerido pelo fabricante para cada modelo e suas versões, desde as básicas às mais dotadas dos itens opcionais de fábrica.

O Preço de Mercado (ou preço de venda praticado) é o que o mercado aceita pagar. Em qualquer caso o frete está incluído no preço.

Lembre-se de que o preço de mercado não inclui IPVA e licenciamento.

Ótimo, você encontrou o carro perfeito. Antes de pensar em comprá-lo, precisa saber como vai pagar por ele. Se, por algum milagre, você economizou o suficiente para pagar à vista, não precisará de financiamento. Porém, a maioria dos compradores faz a compra dando uma entrada e então financia o restante - fazendo pagamentos mensais até o empréstimo ser quitado. Lembre-se de que um financiamento é um empréstimo e, como em todos os empréstimos, você tem que pagar imposto sobre operações financeiras (IOF) e juros. Para não pagar uma fortuna em juros, você deve pagar o máximo possível na entrada.

Se você sabe que vai financiar o carro, precisa procurar a menor taxa de juros e atender às qualificações exigidas pela financeira. Talvez você esteja comprando um carro pela primeira vez ou tenha crédito perfeito, aí pode considerar-se aprovado. Leia com atenção as letras miúdas no contrato - a taxa de juros ao mês precisa estar claramente especificada.


Foto cortesia de Edmunds.com
Crédito: Scott Jacobs

Concessionárias de carros, como qualquer outro negócio, precisam ganhar dinheiro. Então, é bastante razoável assumir que os revendedores estão lá para vender um carro para você e ganhar o máximo possível na negociação. Como consumidor, você quer o melhor produto pelo menor preço. Para atingir esse objetivo, é preciso evitar as armadilhas mais comuns e caras na compra de um carro. Aqui estão alguns aspectos a serem considerados antes da compra:

  • Fique atento aos feirões e promoções.
  • A competição faz o melhor preço. Saiba o que os outros revendedores estão cobrando pelo carro e então a negociação será nos seus termos, não nos do revendedor.
  • Carros que precisam ser encomendados à fábrica NÃO devem custar mais que os carros para pronta entrega. Não seja enganado.
  • Tome cuidado ao deixar um revendedor localizar um carro que você queria em outra concessionária. Eles normalmente cobram taxas desnecessárias.
  • Não se deixe levar pelas propagandas. Faça sua pesquisa independente. E nas propagandas (principalmente nos panfletos), preste atenção nas letras pequenas no rodapé das páginas em que estão as verdadeiras condições de pagamento.
  • Ao comprar um carro novo, preste atenção se ele não está saindo de linha ou se há grandes modificações nas próximas linhas. Se isso acontecer poder haver problemas de peças de reposição.

Uma coisa que irrita a maioria dos compradores é saber que eles terão que negociar. Não tenha medo de negociar. Se você entrar na concessionária com uma idéia muito boa do que você quer e do quanto quer pagar, a negociação é problema deles, não seu. Você fez a sua parte e agora o revendedor tem que trabalhar para chegar o mais perto possível do preço que você quer pagar.

Um truque comum acontece depois que você decide comprar o carro: neste momento, o vendedor pode querer lhe vender toda sorte de acessórios, muitas vezes como condição para concretizar a compra. Isto pode significar de centenas até milhares de reais. Não caia nessa armadilha. Você concordou com um preço correspondente a um carro conforme sai da fábrica e não é obrigado a equipá-lo.

Não tenha medo de ir embora da concessionária se achar que está sendo explorado. Afinal, o dinheiro é seu e você não quer perdê-lo só porque não reclamou.

Outra tentativa de arrancar mais dinheiro do seu bolso é o despachante que trabalha para a concessionária cobrar muito pelo serviço de licenciamento. Os valores de IPVA, seguro obrigatório (DPVAT) e taxa de licenciamento são fixos e conhecidos (o despachante é obrigado a lhe informar), de modo que você pode e deve negociar esse preço


Foto cortesia de Edmunds.com
Crédito: Scott Jacobs

Conforme o Car Buying Tips.com (em inglês), mais uma coisa para se manter em mente é que compradores que colocam seu carro usado no negócio estão entre as pessoas mais crédulas do mundo. Os revendedores de carro podem fazer pilhas de dinheiro oferecendo um valor abaixo do valor de mercado para seu carro usado. Além disso, eles já estão lucrando bastante com sua nova compra. Certamente também venderão seu carro usado por muito mais do que pagaram. É comum, por exemplo, eles avaliarem o seu carro considerando o ano de fabricação e não o ano-modelo, de maneira a desvalorizá-lo, mas na hora de revender o carro que foi seu, o que vale é o ano-modelo.

Se você estiver armado com uma idéia realista do valor do seu usado, saberá se o revendedor está tentando levar vantagem. Se além do usado você ainda tem dinheiro para dar de entrada e seu usado está em boas condições, pode considerar vender o carro por conta própria. Nesse caso, você pode conseguir um preço melhor pelo carro.

Se você comprar um carro usado, ele ainda pode estar na garantia contratual do fabricante ou você terá a opção de comprar a garantia estendida. Qualquer tipo de garantia que você tenha, saiba o que está coberto e o que não está.

Se você desconfia que comprou um "abacaxi" ou um carro ruim, você pode recorrer. O Código de Defesa do Consumidor permite que você processe um revendedor por vender um carro ruim. Se você está se sentindo enganado, veja o que pode fazer sobre isso. Visite o site do Procon para ter outras dicas de cuidados que se deve ter na compra de um carro usado.


Foto cortesia de Edmunds.com
Crédito: Scott Jacobs

Quando você fizer uma compra grande, não dê chance para o azar. O único modo de aumentar suas chances de fazer o melhor negócio possível é saber de tudo antes de ir às compras. Se você sabe que tipo de carro quer, o quanto espera pagar por ele e quais são os seus direitos, deverá ter uma experiência positiva na compra. Assim, siga nossas dicas e esteja pronto para se divertir na estrada.

■ Como funciona a venda de um carro - Parte 1

Introdução


Há algumas decisões que você terá que tomar antes de vender seu carro. Você quer vendê-lo pela internet? Talvez colocar um anúncio no jornal? Concessionária? Revendedora? Participar de uma feira? As informações a seguir são úteis, não importa como você quer vender o seu carro.

Antes de fazer a venda, é importante entender o mercado. Por exemplo, conhecer o tipo de pessoa que se interessaria pelo seu carro ajuda a decidir onde colocar anúncios. Após fazer a pesquisa de preço do seu veículo, você determina o valor a ser cobrado e elabora um anúncio que chame a atenção. Você deverá preparar seu carro para a venda, lavando-o e limpando-o. É importante compreender como se deve negociar para obter o melhor preço e o que fazer se você se deparar com um esquema fraudulento ao comprar um carro.

Neste artigo, você aprenderá o que esperar do processo de venda de um carro, a fim de proporcionar uma experiência positiva para você e para o comprador.


O verão é a melhor época do ano para se vender um carro esportivo
O primeiro passo ao vender o seu carro é conhecer o seu mercado. Em outras palavras: o seu automóvel é um modelo popular no qual os compradores estariam interessados? Por acaso você teria que baixar o preço para vendê-lo, pois não há demanda? Conhecer o mercado - os potenciais compradores - irá ajudá-lo a responder estas perguntas.

Quanto mais você souber sobre as pessoas que estão interessadas no seu tipo de veículo, melhor conseguirá atingir este público. Por exemplo, se está tentando vender um conversível, você deverá anunciar nos meses mais quentes. Nesse período, as pessoas tendem a andar sem a capota. O mesmo acontece com os carros esportivos, que geralmente vendem melhor nos meses de verão. Se você está vendendo um sedã ideal para famílias, vai querer alcançá-las, possivelmente colocando um anúncio na edição de domingo no jornal local.

Conhecer o máximo possível sobre seu carro e sobre os potenciais compradores poderá lhe poupar tempo e dinheiro. Isso irá lhe ajudar a obter o melhor preço se você está vendendo o seu carro sozinho ou através de uma concessionária. Caminhões e vans que possam ser usados para o trabalho são sempre vendidos e têm preços competitivos. Cuidado para não subestimar o seu valor.

Use a internet e os classificados do jornal local para encontrar quantos carros similares há no mercado. Quando for comparar o seu carro aos similares listados, você deve levar em consideração fatores incluindo a idade do carro, as condições e a quilometragem. Lembre-se de que carros com quilometragem menor são mais caros.

O mais importante e que você deve lembrar antes de decidir vender o seu carro é que vender por sua conta é mais lucrativo do que pela concessionária. Se você decidir vender pela concessionária, cuidado com valores muito altos e muito baixos.

Quando a concessionária lhe oferece um valor de mercado muito alto pelo veículo, é provável que vá usá-lo como parte de pagamento do seu carro novo. A concessionária cobrirá os prejuízos com o carro usado ao fazer você pagar um preço maior pelo carro novo. Assim, você não estará poupando nenhum dinheiro. Se a concessionária lhe oferecer muito pouco pelo valor de mercado do seu carro, ela pode estar sugerindo que você está obtendo um preço baixo pelo carro novo. Lembre-se de que você pode negociar um valor de mercado justo na concessionária, mas você pode conseguir um preço maior vendendo o carro por conta própria.

A maneira mais fácil de determinar o preço do seu carro é saber o que os outros vendedores estão pedindo através de anúncios online ou impressos.


Na internet , é fácil ver o que as outras pessoas estão pedindo pelo mesmo modelo

Você também pode encontrar no varejo o preço sugerido para o seu carro. A melhor maneira de encontrar esta informação é usar algum guia de referência, disponíveis na internet.

Uma dica importante é pedir um pouco mais do que você deseja aceitar de fato. Por exemplo, se você quer receber R$ 15 mil pelo seu carro, deve pedir R$ 15.500. Então, se tiver que baixar o preço, não será um prejuízo muito grande. Após ter se decidido, é hora de tornar o seu carro atraente para os compradores.


Faça uma boa lavagem no seu carro, para que fique com a melhor impressão possível
A primeira impressão é a que fica! Há algumas coisas que podem ser feitas para se assegurar de que você e seu carro deixem uma boa impressão no comprador em potencial.
  • Lavar, encerar, e limpar cuidadosamente o carro.
  • Tenha uma visão exata das condições do seu veículo inspecionando-o ou obtendo a opinião de um mecânico.
  • Tenha todos os registros de manutenção ou relatórios do mecânico para mostrar aos compradores.
  • Considere fazer reparos de baixo custo em amassos e arranhões, bem como em pequenos problemas mecânicos, ao invés de vender o carro como está.
  • Retire todos os seus pertences do carro. Se o comprador quiser fazer um test-drive, não é legal que o carro esteja amontoado de coisas.
  • Não se esqueça de limpar as calotas e lavar os pneus.
  • Limpe as janelas e todas as superfícies espelhadas.
Você deve esperar que os compradores investiguem o carro por completo. Se o carro estiver na melhor condição possível, você terá melhores chances de atraí-los.

Agora que o seu carro foi todo inspecionado e limpo, você precisa comunicar sua intenção de venda aos potenciais compradores.

Termos do Anúncio de Venda de Carro*
  • Preciso vender - isso geralmente significa que o vendedor está ansioso por se livrar do carro e poderá aceitar um preço mais baixo.
  • Aceito propostas - isso informa ao comprador que você poderá considerar ofertas abaixo do preço que você pediu.
  • Preço pedido - esse termo comunica que você tem vontade de negociar, mas que não aceitar qualquer oferta.
  • Preço final - este termo é usado para indicar que você não está aberto a negociações. Isso significa que o mais importante para você é conseguir o seu preço.

    *Fonte (adaptada): Edmunds.com

  • Algumas pessoas vendem carros anunciando "boca a boca", mas você pode não encontrar tantos compradores dentro do seu círculo de amizades e família. Por isso, deve anunciar. Há uma variedade de lugares onde você pode divulgar a venda do seu carro. Lembre-se de que alguns anúncios, como aqueles nos jornais de notícias, custam dinheiro, enquanto outros podem ser gratuitos.

    Aqui estão algumas opções para você anunciar o seu carro:

    • Anúncios classificados do jornal local.
    • Jornais semanais locais e jornais gratuitos.
    • Quadros de avisos em supermercados, bibliotecas e campi universitários.
    • Um anúncio "Vende-se" na janela do carro, com as informações de contato.
    Provavelmente será proveitoso anunciar em mais de um lugar. É importante lembrar que, assim que você anunciar, as pessoas vão começar a ligar para saber sobre o carro. Muitas hesitam em deixar mensagens, então, dê o melhor de si para atender todas as ligações.

    Decidir onde colocar o anúncio faz parte do quebra-cabeça. A outra é o que dizer sobre o seu carro. Você precisará incluir as características, a fim de atrair compradores. Isso inclui a marca, modelo, ano, cor e características especiais do carro. Você pode olhar outros anúncios para usar de modelo.


    Há mais coisas em um anúncio eficiente do que somente especificações do carro. Os aspectos mais importantes devem ser destacados. Por exemplo, se ele possui baixa quilometragem, diga isso. Apresente os aspectos que primeiramente o atraíram a comprar o carro. Ele é confiável? É econômico? Essas vantagens devem ser destacadas no seu anúncio, mas somente se forem verdadeiras. Evite exageros.

    Finalize o seu anúncio informando o preço pedido; alguns vendedores preferem não mencionar o preço, isto irá resultar em muitas ligações telefônicas de pessoas querendo saber do valor. Pode ser que não estejam querendo pagar aquilo que você quer pelo carro, por isso, é mais fácil mencionar o preço no anúncio. Inclua as suas informações de contato e aguarde as ligações.

    Saiba como negociar
    Alguém fez uma oferta pelo carro. O que você faz agora? Com um pouco de negociação se vai longe. O comprador irá pechinchar, por isso, tenha em mente o preço mínimo absoluto que você aceitaria pelo veículo e mantenha-se nele. Assim como quando você compra um carro novo, você vai querer sair do negócio se não for exatamente aquilo que você deseja. Se você já acrescentou um pouco ao seu preço base - digamos 5 ou 10% - pode negociar um preço que lhe seja aceitável.

    ■ Como funciona a venda de um carro - Parte 2

    Vendendo

    Uma vez que você recebeu o dinheiro da venda, você registrará a leitura do odômetro (quilometragem) e assinará o documento de propriedade do veículo. O departamento estadual de trânsito irá emitir um documento do veículo para o novo proprietário.

    Em seguida, você fará uma transferência de propriedade com cópia para ambos. Esse documento deverá incluir:

    • Nomes, endereços e números de telefone do comprador e vendedor.
    • A marca, o modelo, o ano, a quilometragem e o Número de Identificação do Veículo (VIN).
    • O preço total de venda e forma de pagamento.
    • Uma declaração dizendo que o carro foi vendido como estava, significando que não há garantia (a não ser que seja combinado de outra forma).
    • O comprador e o vendedor assinam colocando a data da venda.

    Certifique-se de que você e o comprador preencheram todos os formulários exigidos. Por fim, cancele o seu seguro, espere o cheque do comprador cair e transfira o nome do proprietário do veículo para o comprador. Depois, entregue as chaves ao novo proprietário.

    Ao seguir esses passos, a satisfação de ambas as partes estará assegurada.

    Evitando fraudes
    Como muitos de nós sabemos, a compra de carros usados é um negócio com muitas fraudes. Então, os vendedores precisam estar cientes desse risco. Aqui estão algumas das fraudes mais comuns:

    • Fraudes com Cheques Certificados - esta fraude é freqüentemente feita através da internet. Um comprador informa que quer comprar o carro e paga com um cheque próprio. No último instante, inventa um motivo pelo qual precisa preencher o cheque com valor maior, para que o vendedor lhe devolva a diferença. Na realidade, o cheque é falso. Isso só é descoberto depois que se devolve o dinheiro. O vendedor também é responsável por cobrir o valor do cheque falso. Para evitar fraudes com cheques, ligue para o banco emitente antes de aceitar o cheque. É conveniente aguardar pela liberação do dinheiro antes de transferir o carro para o nome do comprador.

    • Serviços de Fiéis Depositários Falsos - vendedores de carros online muitas vezes usam os serviços de fiéis depositários, que cobram e verificam o pagamento do comprador. O dinheiro fica retido pelo serviço até que todas as partes fiquem satisfeitas com a venda. Já houve casos de serviços de fiéis depositários operando através da internet. Verifique se o serviço de fiel que você deseja contratar é confiável.
    A melhor maneira de evitar fraudes é se certificar de que você nunca irá transferir a propriedade do seu carro até você ter o dinheiro na sua mão. Isso significa que você recebe dinheiro em espécie do comprador ou aguarda a compensação do cheque. Evite receber cheques pessoais e permitir que o comprador pague o carro depois do prazo. Se você seguir essas precauções, a venda do seu carro será uma experiência tranqüila.

    Problemas de pós-venda
    Finalmente, você deve estar pensando: "O que irei fazer se eu não estou satisfeito com a venda?" Se você sente que foi passado para trás, há várias coisas que podem ser feitas. Primeiramente, contacte a polícia local e registre ocorrência. Depois, pode entrar em contato com o serviço de proteção ao consumidor do seu estado, o Procon.

    Muitos estados não exigem que o vendedor do carro ofereça uma garantia do veículo. Assim, se o carro quebrar logo após ter sido vendido, você não é mais responsável. Para evitar problemas, certifique-se de que o carro tenha sido inspecionado por um mecânico. Se você for sincero quanto à condição do veículo, pode estar confiante de que fez tudo que pôde para ser um vendedor bem sucedido.

    Vender um carro deveria ser uma experiência positiva tanto para o comprador como para o vendedor. Na situação ideal, cada um recebeu o que queria: o comprador recebeu um carro e o vendedor, uma quantia em dinheiro. Conhecer o seu mercado, colocar um bom anúncio, negociar o melhor preço, finalizar a venda e saber o que se pode fazer se as coisas não forem bem, torna a venda do seu carro uma experiência positiva e descomplicada.

    21 maio, 2008

    ■ Colabore com o trânsito - piadinha

    Dicas rápidas para você aprender a não ATRAPALHAR motoristas que sabem dirigir no trânsito caótico brasileiro.


    1. No semáforo, deixe a porra da primeira marcha engatada e quando o sinal abrir arranque. Não espere que o motorista de trás tenha que te lembrar.

    2. Quando um outro motorista ligar a seta avisando que precisa entrar na pista que você está, deixe de ser imbecil e deixe o cara passar. Certamente vai acontecer com você um dia e tu vai ficar puto(a) e histérico(a) se o outro não deixar você entrar.

    3. Se você não sabe fazer baliza, tenha humildade e procure uma vaga mais fácil ao invés de ficar fodendo a vida de quem está com pressa. Ah! Se você não gosta do seu carro, problema é seu. Isso não quer dizer que os outros motoristas acham legal que fiquem dando totó nos seus carros para estacionar.

    4. Largue de ser cavalo e aprenda que se a merda da placa do radar diz 60Km/h, é 60 de verdade e não 20 Km/h disfarçado, seu bosta.

    5. A vida anda muito corrida, por isso, se você gosta de passear pelas vias a 30Km/h, faça isso as 5h da manhã babaca.

    6. E por falar em passear, tem os vagabundos donos de rua que não saem da pista da esquerda e teimam andar a 20km/h numa pista de 80km/h. Se você ver alguém no seu retrovisor querendo passar, pode ser um mala ou uma emergência. Como você não é a Mãe Diná, não vai te cair as pernas se deixar o apressadinho passar.

    7. Que tal dar sinal de que vai entrar em alguma rua se você percebe que tem algum motorista esperando sua importante escolha?

    8. Se o seu namorado(a) vai te deixar na frente do shopping, deixem as preliminares para um local apropriado. Certamente não vai ser a última vez que você vai vê-lo, portanto, dê tchau e suma do carro !!!!

    9. Essa é pra você, idiota frustrado sexualmente que adora botar o rabo numa moto barulhenta do cacete: Por que você não bota a orelha na merda do escapamento aberto e acelera? Todo mundo sabe que o barulho da sua moto é inversamente proporcional ao seu tato com as mulheres.

    10. Nossa, um acidente !!! Será que machucou alguém conhecido?? Qual é, nunca viu uma porra de uma lanterna quebrada? Então anda logo seu viado que você não precisa ficar olhando com cara de otário pra ver a desgraça dos outros ou qualquer coisinha que acontece no trânsito e andando como se estivesse num cortejo fúnebre.

    11. Outra coisa que irrita são aqueles F.D.P. que geralmente desfilam com uma piranha do lado e páram o carro na vaga de idoso ou de deficiente. Isso porque tem duas pernas e um cu funcionando, porque merecia uma surra pra realmente precisar estacionar ali. Então, mesmo na pressa, deixa de ser mané e vai procurar tua vaga!

    12. Especial para nossos amigos da Polícia Militar e do DETRAN: Se é horário de movimento intenso, que tal escolher um local apropriado, parar a merda do carro e não fazer todo mundo andar a 40 Km/h prá ver a viatura nova com a porra das luzes ligadas se não tem nada acontecendo? Que tal cuidar de quem anda pelo acostamento ou tá com aquele Kombão fumacento fazendo lotação e atrapalhando todo mundo, ao invés de ficar revirando o carro dos outros pra achar uma lâmpada queimada e dizer: Ahaaaaa !!!! Como é que a gente vai fazer agora?