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domingo, 21 de abril de 2013

Suspensão e Amortecedores - Parte 2


Amortecedores
Os amortecedores destinam-se a absorver ou amortecer as vibrações para que as molas não oscilem continuamente para cima e para baixo.

O segredo de uma boa suspensão reside na supressão da ressonância (acumulação de oscilações) nos vários componentes do sistema de suspensão, o qual inclui não só as molas, mas também os pneus e assentos.

Os primeiros amortecedores, que se baseavam no atrito de um ou vários discos, foram substituídos por amortecedores hidráulicos, nos quais o movimento de um pistão faz escoar o óleo através de pequenos orifícios que oferecem resistência à sua passagem.

O amortecedor telescópico é mais usado atualmente. Consiste essencialmente num cilindro que contém um pistão ligado a uma haste. A extremidade fechada do cilindro está à articulação ou ao eixo da roda, enquanto a extremidade exterior da haste, que passa através de um vedador existente no cilindro, está ligada à carroceria.

Válvulas reguladoras e canais de passagem comandam o fluxo de óleo, nos dois sentidos, através do pistão. O espaço acima do pistão é menor do que o espaço sob este. Assim, não consegue conter todo o óleo deslocado pelo pistão quando este se dirige para a extremidade inferior do cilindro. Uma válvula comanda a saída do excesso de óleo para um depósito ou câmara de recuperação, que envolve o cilindro.

À medida que o amortecedor se distende, como o pistão não desloca da seção superior do cilindro uma quantidade de óleo suficiente para encher a seção inferior, está cheia a partir do depósito e através de uma válvula de enchimento. O amortecedor é hermético e mantém normalmente o depósito sob pressão.
 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Suspensão e Amortecedores - Parte 1


Suspensão
Se o pavimento das faixas de rodagem oferecesse perfeitas condições de rolamento, os automóveis não necessitariam de um sistema complexo de suspensão para proporcionar conforto aos seus ocupantes. Um bom sistema de suspensão deve incluir molejamento e amortecimento. O primeiro consiste na resistência elástica a uma carga e o segundo na capacidade de absorver parte da energia de uma mola após esta ter sido comprimida.

Se esta energia não for absorvida, a mola ultrapassará bastante a sua posição original e continuará a oscilar para cima e para baixo até que essas oscilações cessem.
O amortecimento converte a energia mecânica em energia calorífica. Para reduzir o ruído e aumentar a suavidade, as molas são montadas sobre borracha. O sistema de suspensão inclui ainda almofadadas dos bancos, que também protegem contra as vibrações.

As dimensões das rodas constituem um fator importante para uma marcha suave. Uma roda grande transporá a maioria das irregularidades do pavimento; contudo, não é viável uma roda suficientemente grande para anular os efeitos de todas essas irregularidades. Uma roda não deverá também ser tão pequena que caiba em todos os buracos da superfície da faixa de rodagem o que resultaria numa marcha irregular.


domingo, 6 de maio de 2012

Sabe como teu IPVA é calculado? Veja aqui.


A base de cálculo do imposto é o valor venal do veículo. Este valor é obtido a partir de preços médios de mercado vigentes no mês de setembro do ano imediatamente anterior para vigorar no exercício seguinte, com sua devida publicação em tabela no Diário Oficial do Estado.
Na apuração do valor venal, no caso de veículo terrestre usado, a Secretaria da Fazenda leva em conta: marca, modelo, espécie, ano de fabricação e procedência.


Em se tratando de veículo novo, a base de cálculo será o valor total constante da Nota Fiscal de aquisição.


Em se tratando de veículo importado diretamente do exterior pelo consumidor final, a base de cálculo do imposto será o valor constante do documento de importação, acrescido dos valores dos tributos e quaisquer despesas aduaneiras devidos pela importação, ainda que não recolhidos pelo importador.

sábado, 28 de janeiro de 2012

CHUPETA - Conectando duas baterias para carregar a descarregada

Quantas vezes ficou sem carga de bateria e pensou "O que faço com este cabos? Quem ligar primeiro e quem desligar primeiro?
Veja abaixo nossa dica:


IMPORTANTE

Certifique-se de que:
1) a bateria auxiliar esteja carregada;
2) os veículos não se toquem e as ignições estejam desligadas.

CONEXÃO

1) conecte o cabo auxiliar positivo ao terminal do polo positivo da bateria descarregada;
2) conecte a outra extremidade do mesmo cabo ao polo positivo da bateria auxiliar -- positivo com positivo;
3) conecte o cabo auxiliar negativo ao polo negativo da bateria auxiliar;
4) faça a conexão final no bloco do motor do veiculo que está com a bateria descarregada -- negativo com bloco do motor. Esta conexão deve ser feita em um ponto não muito próximo da bateria;
5) afaste-se;
6) acione a partida do veiculo com a bateria descarregada. Após o funcionamento do motor, remova os cabos na seqüência inversa à de conexão, isto é, desconecte primeiro o cabo auxiliar negativo, e depois o positivo.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Cuide de teu extintor de incêndio

Providenciem com URGÊNCIA a retirada do plástico do extintor. 
O extintor de fogo obrigatório do carro tem que estar livre do plástico que acompanha a embalagem.


Se um policial rodoviário parar seu carro e verificar que o extintor está protegido pelo saco plástico, ele vai te autuar -5 pontos na carteira e mais R$ 127,50.