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25 outubro, 2009

Resultado da primeira etapa do playoff decisivo da STOCKCAR 2009




Ricardo Maurício fez uma excelente prova e venceu a primeira das quatro provas da Superfinal da Stock Car, em Curitiba. Com a vitória, o piloto assumiu a segunda colocação da etapa final, ficando a 8 pontos do líder Cacá Bueno. Completaram o pódio Ricardo Sperafico, da Panasonic Racing e Cacá Bueno, da Red Bull Racing. Marcos Gomes foi o quarto, seguido de Thiago Camilo em bela prova de recuperação e Giuliano Losacco.

Max Wilson entra em possível investigação após reabastercer o carro e recolocar o capô que havia se soltado na mesma parada de box. Procedimento proibido pleo regulamento da categoria. 

Atila Abreu sai em último por problemas de quebra no motor em último treino, mas faz uma incrível corrida e termina em oitava posição.


A superfinal é composta pelas quatro últimas etapas da Stock Car. Participam dos playoffs apenas os dez melhores pilotos da temporada até a etapa de São Paulo em 6 de dezembro.A próxima etapa acontece em Brasília, no dia 8 de novembro.


Confira o resultado da etapa em Curitiba


























Confira a classificação da prova:
1°. Cacá Bueno, 251 pontos
2°. Ricardo Mauricio, 243
3°. Thiago Camilo, 233
4°. Marcos Gomes, 229
5°. Átila Abreu, 227
6°. Valdeno Brito, 223
7°. Daniel Serra, 214
8°. Luciano Burti, 214
9°. Allam Khodair, 212
10°. Max Wilson, 212

30 agosto, 2009

Dicas para som automotivo - Parte 2

Como verificar a potência dos alto-falantes?

Você já deve ter visto um alto-falante pequeno do tipo coaxial escrito "250 Watts" e pensa que é melhor que os outros, pois suporta altas potências. Mas não se engane, se é um coaxial ou triaxial de uma marca popular, provavelmente sua potência real (potência RMS) não é ser superior a 60 Watts RMS.
Essa é a jogada dos fabricantes, anunciar a potência PMPO (potência de pico) para vender seus produtos enquanto que a potência real dos produtos fica "escondida". Já percebeu como os anunciantes de micro-system fazem o marketing de 3000 Watts, 5000 Watts, que coisa incrível, não?

Ligação do CD-Player e amplificador

  • Vermelho - Cabo que pode ser ligado à chave de controle de ignição: você pode ligá-lo juntamente com o "cabo positivo" do cd-player, caso você ligue na chave de ignição você só poderá escutar seu rádio com a chave no contato.
  • Laranja - Cabo Positivo: geralmente possui um porta-fusível e deve ser ligado à bateria (ou à um cabo que possui sempre 12V com ou sem chave na ignição).
  • Preto - Cabo Terra (negativo): (preto) deve ser ligado em um ponto da lataria perto da instalação do rádio.
  • Azul - Cabo Remoto: deve ser conectado a sua antena elétrica e/ou amplificadores e equalizadores. Quando o rádio é ligado obtemos 12 Volts nesse cabo que serve de controle para ligar outros aparelhos juntamente com o rádio. Também possui um porta-fusível.
  • Cabos de áudio: verifique para não ligar invertido (trocando positivo com negativo, esquerda com direita, frente com traseira,etc).
Observação: as cores dos cabos podem variar, essas cores são dos aparelhos da marca Pioneer.

Cuidados com cabos de áudio (evitanto chiados)
  • Nunca passe cabos de áudio (RCA) perto de cabos de força, cabos de alta tensão ou cabos do sistema de ignição para evitar ruídos e interferências no sistema de áudio.
  • Não passe cabos perto de cantos afiados e utilize sempre anéis protetores.
  • Tenha preferência para cabos RCA de dupla ou tripla brindagem.
  • Utilize conectores RCA de boa qualidade.
  • Todo cuidado é pouco se tratando de cabos de sinal de baixo nível de tensão com conectores RCA, pois são cabos que transportam sinais de baixa amplitude (variando 500mV até 8 Volts, dependendo do aparelho) que podem facilmente sofrer perdas e interferências elétricas. É por isso que existe aquela malha periférica em volta dos fios internos (cabos coaxiais), eles funcionam como uma blindagem magnética.`
Fixação do amplificador e acabamento
  • Fixe o amplificador numa chapa de madeira 20mm (compensado, MDF,etc) encapada (carpete ou curvin ) e parafusada atrás do banco ou em lateral moldada. Não coloque a carcaça do amplificador em contato com a lataria do carro para evitar loop de terra. O loop de terra é causado pela diferença de potencial elétrico entre o aterramento da carcaça e o aterramento pelo fio terra (negativo, grd) do amplificador, podendo causar fuga de corrente pela carcaça caso algum componente esteja aterrado nela.
  • Existe no mercado também laterais moldadas para amplificadores.
  • Não obstrua o acesso ao amplificador, ele deve estar bem ventilado para poder dissipar o calor gerado.
  • Para fixação de alto-falantes, tenha preferência à parafusos do tipo Philips, pois ao contrário dos parafusos normal (tipo fenda), os do tipo Philips permite maior segurança contra escapes da chave podendo furar o alto-falante.
Como escolher uma instaladora
  • Pesquise com seus amigos se eles conhecem uma loja de confiança, vale também conferir nos campeonatos as lojas que se destacam
  • Confira se a loja transmite uma boa impressão, se é limpa, se os funcionários estão uniformizados, se tem uma vitrine com produtos em exposição ou catálogos.
  • Peça orçamentos detalhados para não se arrepender depois com o serviço realizado.
  • Verifique se a loja têm certificados de cursos de aperfeiçoamento, treinamentos técnicos ou troféis de campeonatos.
  • Verifique se os instaladores possuem ferramentas adequadas para a instalação.
  • Verifique os trabalhos feitos em outros carros sonorizados na loja
  • Não apresse o instalador, quem tem pressa come crú, já dizia o ditado.
  • Nem sempre o menor preço sai barato, um sistema mal instalado pode custar muito caro.
  • Cuidado com as ofertas imbatíveis, eles podem estar vendendo um produto roubado, de segunda mão, recondicionado, etc.
Fonte: autosom.net

09 agosto, 2009

Dicas para som automotivo - Parte 1

Imagem estereofônica

A imagem esterofônica consiste na sensação espacial do som, permitindo ao ouvinte localizar todos os instrumentos e vozes no espaço tridimensional. É através da imagem estereofônica que recriamos, no ambiente de audição, a sensação plena de estarmos participando de uma audição ao vivo. A percepção da imagem estereofônica, que é a "visualização" auditiva da disposição das fontes sonoras no espaço, depende da capacidade que nossos ouvidos têm de reconhecer de onde está vindo determinado som. Isto é possível graças ao efeito binaural, ou seja, a audição com dois ouvidos. O fato do som não chegar simultaneamente aos dois ouvidos, nos permite localizar no espaço a fonte sonora mesmo quando não a estamos vendo.A obtenção de uma imagem estereofônica perfeita, através do emprego de alto-falantes adequados bem como do seu correto posicionamento dentro do veículo, permite vivenciar uma emocionante experiência sonora. Não mais nos limitaremos a ouvir os sons, porém passaremos a "vê-los" como se estivéssemos ouvindo a gravação ao vivo. Fonte: Catálogo de falantes Acoustic Point da Bravox

Como escolher seus aparelhos na hora da compra.

- CD-Players
  • Verifique sua resposta de frequência, ela deve ser a mais plana possível entre 20Hz e 20.000Hz, isto é, deve amplificar a música com o mesmo ganho em toda a faixa de frequência audível;
  • Verifique sua potência RMS, contínua a 4 Ohms com baixa distorção;
  • Verifique sua distorção harmônica (THD), distorção acima de 1% pode causar fadiga;
  • Verifique a tensão de saída dos conectores RCA, quanto maior a tensão, mais imune a ruídos vai ser seu sistema, dê preferência aos aparelhos que forneçam 2 Volts ou mais nas saídas RCA;
  • Quanto mais canais de equalização de áudio melhor, você pode me;
  • Sistemas de delay para controle da posição de escuta presentes nos aparelhos como Alpine e Clarion entre outros top de linha ajudam a montar o palco sonoro sobre o painel do carro;
  • Atenção: Muitos CD-Players possuem cerca de 27 W RMS em 4 Ohms, resposta de frequência nas saídas amplificadas de 50Hz a 15.000Hz com distorção abaixo de 5% THD. Mas a potência da propaganda é de 35 W... 50W.... que é a potência máxima com distorção maior que 5%. !!!

- Amplificadores
  • Verifique se o módulo amplificador admite ligação Bridge, possui crossover ativo passa-alta e passa baixa e controle de ganho para cada par de canais;
  • Verifique sua distorção harmônica, distorção (THD) acima de 1% pode causar fadiga. Quanto menor este valor, menor será a distorção.
  • Verifique sua resposta de frequência, ela deve ser a mais plana possível entre 20Hz e 20.000Hz.
  • Verifique sua potência RMS, contínua a 4 Ohms (Root Mean Square) com baixa distorção. ( 30W RMS é o suficiente para sistemas para o dia a dia, 50W ou acima já servem para fazer um bom barulho fora do carro) Muitos fabricantes indicam a potência a 1 Ohms, algo que é muito difícil de ser utilizado, você precisaria de 4 falantes de 4 Ohms ligados em paralelo para chegar a essa impedância. Inviável para quem quer utilizar apenas um SubWoofer. Além de que muitos utilizam a potência PMPO (Peak Music Power Output) que é a potência de pico medido em frações de segundo que não servem para a música em geral.
  • Verifique a impedância mínima que o amplificador aguenta. Normalmente fica em 2 Ohms em estéreo e 4 Ohms em bridge.
  • Verifique sua relação Sinal/Ruído (S/N). Relação entre o nível de Sinal e o nível de ruído presente no som, os melhores amplificadores tem a relação acima de 100dB. Quanto maior esse valor, menos ruído seu amplificador vai gerar.
  • Verifique seu damping factor. Indica a capacidade do amplificador de controlar o alto-falante. Quanto maior, melhor. Infelizmente poucos falantes levantam este parâmetro para disponibilizar ao público.
  • Você sabia que na maioria dos amplificadores do mercado são de classe AB e que metade da corrente que ele consome vira calor e a outra metade vira som e música ?
  • Atenção: Nos amplificadores Pyramid, devemos considerar apenas metade da potência total indicada, pois será a potência que realmente o usuário poderá usar sem ter sobreaquecimento e sem distorção excessiva. A potência total indica apenas a potência RMS em 2 Ohms com o "ganho" no máximo, esteja atento também na relação Sinal/Ruído que é muito baixo, cerca de 85dB ( bons amplificadores possuem 100dB nessa relação, lembrando que adicionar 3dB significa dobrar a pressão sonora )

- Alto-falantes
  • Verifique a potência RMS suportada, esta deve ser compatível com a potência fornecida pelo amplificador;
  • Verifique sua eficiência dB/m (SPL) , quanto maior este valor, mais sensível é o alto-falante e mais SPL ele produz por cada Watt de potência fornecida. Os mais sensíveis têm valor acima de 90dB.
  • Verifique sua impedância, esta não pode ser menor que a suportada pelo amplificador. Se você vai usar vários falantes em paralelo ou em série, tenha preferência por falantes de bobinas duplas ou aqueles de 2 ou 8 Ohms
  • SubWoofers: Verifique se ele é específico para caixas seladas ou dutadas
E a antena?

- Antenas Manuais:
As famosas hastes telescópicas que ficam a mercê de vândalos e custam baratas são as melhores para recepção tanto AM quanto FM. Já quebraram 2 desses no meu carro até eu colocar uma antena interna.
Ótima recepção AM e boa recepção FM
+/- R$15,00

- Antenas automáticas;
Sua principal vantagem é seu funcionamento por motor elétrico que recolhe a antena quando se desliga o rádio inibindo a ação de vândalos.
Oferece boa recepção de AM e razoável FM.
+/- R$80,00

- Antenas de teto:
Existem duas versões, as amplificadas (ativas) e não-amplificadas (passivas). As amplificadas captam melhor o sinal além de filtrar ruídos indesejáveis. Além de seu visual arrojado e esportivo, sua localização no teto facilita a recepção e inibe interferências. Mas é preciso furar a lataria e fica a mercê de vândalos e ladrões de hastes da antena.
Oferece ótima recepção FM e razoável AM
+/- R$40,00

- Antenas internas:
Fácil instalação no interior do vidro apenas com um adesivo, tem uma duração maior por estar no interior do carro.
Esta ninguém rouba ou destrói.
Boa recepção FM e regular recepção AM
+/- R$20,00- Antenas "invisíveis"
Localizadas em filetes nos vidros como os filetes desembaçador de vidro, são munidos de amplificadores (antenas ativas) e normalmente saem de fábrica em alguns carros.
+/- R$90,00

04 julho, 2009

Atenção com financiamento de veículos

O financiamento de veículos é a forma mais utilizada para comprar veículos novos ou usados. No Brasil e em Portugal mais de metade dos veículos zero quilometro ou veículos novos que são vendidos são pagos através do financiamento de veículos.

O financiamento de veículos tornou-se extremamente popular com a estabilização da economia brasileira nos meados dos anos 90, quando a inflação foi controlada. Isso fomentou o mercado dos empréstimos, pois os bancos passaram a ter mais segurança em relação aos surtos inflacionários menos prováveis, que antes disso causavam prejuízos a todos.

Quando estamos a estudar o financiamento de veículos devemos fazer o cálculo das parcelas do financiamento de veículos. O cálculo das parcelas do financiamento de veículos é feito, na grande maioria dos casos, utilizando a tabela precos com uma taxa pré-fixada. Para fazer o cálculo automático das parcelas do financiamento de veículos pode utilizar a nossa folha de Excel criada especificamente para esse efeito.

Os financiamentos de veículos tem várias taxas de juro por isso deve analisar todas as possibilidades do mercado. Encontram-se no mercado financiamentos de veículos com taxas de 0,50% a.m. até 2,50% a.m., dependendo em muitos casos do vendedor do financiamento de veículos. Por essa razão vale bem procurar em vários sítios ate encontrar um financiamento para automóvel com boas condicoes e com uma taxa de juros baixa. Quanto mais baixa for a taxa de juro melhor é o seu financiamento de veículo.

Para se calcular o financiamento do veículo, utilize a seguinte fórmula no Excel:

=PGTO( 1,5%; 24; 15000)

Nesta fórmula os valores coincidem ao seguinte:

1,5% são a taxa de juros ao mês para o financiamento de veículos
24 é o número de parcelas do financiamento do veículo
15000 é o valor financiado do veículo, que no exemplo é de R$ 15.000,00

Utilizando esta formula pode ver os diferentes valores de prestação mensal que tem. Pode mudar o parcelamento e a taxa de juros conforme as ofertas que encontrar na internet.

TAC do Financiamento de Veículos

A TAC é a Taxa de Abertura de Crédito. Ao realizar um financiamento de veículos, alguns bancos ou financeiras cobram a TAC. A TAC é um valor fixo que varia de banco para banco e de cliente para cliente.

É importante que você se recuse a pagar a TAC pois todos os bancos possuem procedimentos para a isenção desta taxa. Geralmente metade do valor da TAC volta para o vendedor do carro, uma operação ilegal chamada de “retorno”, muito comum no mercado de financiamento de veículos no Brasil. O outro “retorno” ocorre quando as taxas negociadas são maiores do que o normal, a chamada tabela cheia. Você deve sempre negociar e pesquisar as taxas de juro. Muitas pessoas são enganadas quando fazem o financiamento de veículos, não seja uma dessas pessoas! Procure bem e negoceie os preços!

Perigos do Financiamento de Veículos

“A TAC no financiamento de veículo é obrigatória”: Mentira. Não pague esta taxa.
“Financie seu veículo com taxa zero”: Um financiamento de veículos com taxa zero não existe. O valor dos juros está embutido no preço de venda do veículo.
“Financie um percentual do seu veículo zero quilometro com taxa zero”: Mentira muito utilizada pelas grandes montadoras. Mais uma vez, não existe financiamento de veículo com taxa zero. O valor está sempre embutido no preço.
“Pague fácil em 84 meses”: Se fizer um financiamento de veículos durante este tempo todo você vai acabar por pagar 2 carros.
“Nossa taxa para financiamento de veículo não muda conforme o valor financiado”: Mentira. quanto maior o valor financiado do veículo, maior a taxa utilizada.
“Só aceitamos financiamentos de veículos do banco XYZ”. Mude de concessionária o mais rápido possível!

Fonte:financiamentodeveiculos.net

28 maio, 2009

Alteração da cor do veículo - Como funciona?


Os condutores que tiverem o interesse em alterar a cor de seu veículo devem ficar atentos as normas de seu estado

Dica: Na hora de escolher seu próximo carro, as pessoas definem a cor que querem. No entanto, é possível trocar a cor original por outra. Mas é preciso seguir uma série de procedimentos, que variam de acordo cada região do país. Em São Paulo, deve-se ter autorização do órgão responsável pelo departamento de trânsito (Detran, Ciretran), além de ter as notas fiscais dos serviços, montar um processo de transferência e agendar a vistoria do veículo. O proprietário precisa providenciar ainda a substituição da CRV (Certificado de Registro do Veículo - recibo de compra e venda) e CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo). No Rio de Janeiro, o procedimento é diferente para pessoa física e jurídica. No primeiro caso, o dono deve apresentar cópias de seus documentos (e a versão original do RG, CPF), comprovante de residência, CRV, documento único do Detran de Arrecadação já pago, autorização de leasing com firma reconhecida, nota fiscal da tinta e/ou dos serviços. No norte do país, em Roraima, há também um procedimento diferenciado. A vontade de trocar a cor, tem que estar aliada a outros fatores: o condutor não pode possuir multas, débitos com IPVA, seguro obrigatório e encargos. Antes de efetivar a alteração do veículo, o condutor precisar apresentar os documentos do carro (CRV e CRLV) e os seus pessoais (RG e CPF) e um documento de despacho que deverá conter as informações necessárias para o processo administrativo. Novidades no mercado: · A PPG lança o verniz Ceramiclear. O produto desenvolvido a partir da nanotecnologia é 100 vezes mais resistente que os antigos. Segundo a marca, a tecnologia avançada proporciona mais brilho e maior durabilidade da cor. O verniz, desenvolvido para a repintura automotiva, garante maior resistência a riscos e manchas. · A oficina de pintura é o setor que consome mais energia em uma montadora. Representam cerca de 70% do gasto de energia elétrica e 80% da energia de aquecimento. Visando reverter esse quadro, a Geico tem uma proposta a longo prazo. "Temos uma meta muito ambiciosa que é o 'Dia da Independência da Energia' programado para 16 de junho de 2020 quando queremos oferecer ao mercado uma oficina de pintura autosuficiente", disse Dr. Ali Reza Arabnia, Presidente e CEO da empresa. Entre as propostas, a marca pretende reduzir em 20% do consumo de energia e em outros 20% das emissões de CO2 e produzir 20% da energia através de fontes renováveis. · A 3M começa a vender duas novas massas poliéster que prometem melhor aderência em chapas de aço, metal, alumínio, plástico SMC, fibras de madeira e de vidro. Além disso, o tempo de secagem também ficou mais rápido e a peça pode ser lixada depois de 20 minutos da aplicação do produto. “O mais importante para o consumidor é o rendimento do produto na hora da aplicação, portanto, a Massa Poliéster 3M é mais vantajosa, já que apresenta rendimento 40% superior se comparada às outras massas disponíveis no mercado”, afirma Juliana Rodrigues da Silva, especialista de marketing da divisão de Autos na 3M do Brasil.


Preto, azul-escuro e vermelho são as tonalidades que exigem um maior cuidado

Saiba tudo sobre pintura automotiva - Reparo


Moda, televisão e novela ditam as tedênciam das novas cores automotivas

Seguro:
Buscando entender o efeito das variações de cores na segurança, a Universidade de Monash, em Melbourne (Austrália) analisou 17 tonalidades e as comparou aos dados da polícia de dois estados australianos. Resultado: a cor parece mesmo interferir na sorte do condutor. A branca foi eleita a tonalidade mais segura. Segundo as pesquisas, a probabilidade de um carro branco sofrer acidente é 12% menor do que um veículo preto. Mesmo com uma procura menor, as cores claras ainda têm mais uma vantagem. No Brasil, algumas seguradoras oferecem desconto para os donos de automóveis brancos. Desde 2004, a Mapfre concede descontos aos proprietários de carros claros. "Elas influenciam principalmente em situações de acidentes noturnos e atropelamentos", afirma o diretor executivo da seguradora Maurício Galian.


Inspiração para criar as cores:
Quem nunca pensou em ter um carro vermelho Ferrari ou prata Mercedes-Benz? Você se lembra do Fiesta verde-limão? Toda a marca ao criar uma cor implanta nela a sua identidade. Mas de onde vem a inspiração para fazer as novas tonalidades? As montadoras e fábricas garantem que tudo pode ser motivo para surgirem novas idéias. “Moda, televisão, até novela. Tem cliente nosso que já disse: ‘Eu quero uma tinta com a cor do sofá daquela novela’”, afirma Cláudia
, da Basf. Mas, nem só da cultura vem a motivação. “A inspiração vem de diferentes fontes - de uma pérola diferente, de um animal colorido, dos diferentes materiais da natureza”, afirma Pargas, da DuPont.
A sugestão inicial é das montadoras que pedem uma tonalidade. Os técnicos são responsáveis por desenvolver a tinta em cima dessa sugestão. “As montadoras mais novas, que surgiram do ano 2000 em diante, costumam apresentar as cores do Brasil iguais as da Europa. Mas, com as montadoras mais tradicionais, podemos sugerir algumas tonalidades”, informa Cláudia. “Reciclamos nossas cores, até partículas de metal e pérolas, de dois a três anos para seguir a tendência do mercado e se ajustar ao perfil de cada carro”, afirma Adília, que conclui: “Existem sites que são a fonte de inspiração para todas as marcas do mundo inteiro. Eles seguem a moda e nós as adaptamos para o perfil de cada país”.



Reparo:
Uma simples encostadinha na parede ou no portão na hora de estacionar o carro já é o suficiente para tirar a pintura do carro. Por isso, o para-choque costuma ser a peça com o maior volume de repintura. “Entre 10 casos que atendemos por dia, 8 são para reparo do para-choque”, afirma Hochheim. Já na produção, a peça exige um cuidado especial e uma pintura diferenciada pelo tipo de material com que é fabricada. A repintura da peça custa em média R$ 300.
Procurar oficinas para repintar o automóvel, só mesmo para colorir as peças. Atualmente pintar o carro inteiro por causa de um reparo é cada vez mais raro. “Além de caro, o serviço é trabalhoso e não compensa. Não existe mais a preocupação que a repintura ficará com a tonalidade diferente da cor do carro original”, diz Hochheim, que apresenta na sua oficina uma máquina de tintas que fábrica as tonalidades em que vai trabalhar.


O polimento é utilizado em indústrias para eliminação de impurezas, sobras de tinta e falha na pintura

Fonte: Auto Esporte

27 maio, 2009

Saiba tudo sobre pintura automotiva - Cores


A cor prata representa 36,32% dos carros fabricados no país, segundo a Jato do Brasil

Cores:
As cores representam a vida de um carro, por isso a escolha é um dos fatores determinantes na hora da compra. “No Brasil, carro é sinônimo de status, por isso as cores mais sóbrias, como prata, preto e cinza, são as mais procuradas”, afirma Penalva. Os fatores culturais, além de psicológicos, também interferem na preferência por algumas tonalidades. “As cores vermelhas e amarelas são geralmente mais voltadas para o público jovem e, aqui no Brasil, o branco não tem muita procura, pois é sinônimo de taxi”, disse Cláudia. Segundo levantamento feito pela Jato do Brasil, a cor prata foi a campeã de 36,32% dos veículos fabricados. A cor preta ficou em segundo lugar, co
m 28,37%, e a cinza, com 18,41%, terminou com a terceira posição.
A variação das tonalidades é muito semelhante no mundo inteiro. Na Europa, a preferência é a mesma dos brasileiros, mas nos Estados Unidos e na Ásia, o branco e o vermelho também aparecem nas primeiras posições. “Os mexicanos são apaixonados por cor. Por isso, vermelho e azul são as preferidas. Então, seja na pintura interna ou na externa temos que colocar um friso azul ou uma faixa para agradá-los”, afirma Adília Afonso, da Ford. Outro fator que também é considerado é o perfil do cliente e o perfil do carro. “O Ecosport é um carro de pessoas aventureiras, um público mais jovem e representado 50% por mulheres, por isso o vermelho acaba significando 10% das vendas. No entanto, a cor que sai mais no Fusion é o preto, que está relacionado ao luxo.”, afirma Antônio Baltar, gerente geral de marketing da Ford.
As cores ganham ainda mais significado. Pensando no marketing, as montadoras costumam utilizar cores fortes para chamar a atenção dos novos compradores. Mas, essas mesmas cores podem perder o efeito em alguns casos. “Cores fortes (amarelo, l
aranja e azul royal - por exemplo) costumam sofrer menor oscilação na revenda e são mais atrativos ao novos compradores”, afirma Pargas. O tempo de revenda de um automóvel segue em média a ordem de cores mais procuradas na compra. “Em uma pesquisa que vi, um carro prata foi vendido em 15 minutos, enquanto um veículo do mesmo modelo na cor verde demorou três meses”, afirma Baltar, que conclui: “O mercado brasileiro que criou esse mito que carro com cores fortes demora para ser vendido e isso passa a acontecer de tanto ser passado de boca a boca”.

Dica:
Existem três cores que requerem um maior cuidado. Preto, vermelho e azul-escuro. O preto e o azul-escuro evidenciam a sujeira e o vermelho, desbota mais rapidamente. Os preços dos serviços prestados nesses carros também são maiores em algu
mas oficinas. “As outras cores costumam durar cinco anos, ante apenas três desse trio.”, diz Hochheim, que na sua oficina cobra R$ 100 a mais em média para fazer o polimento em carros com essas três cores.


Curiosidade:

Em São Paulo, os táxis são brancos por que essa cor retém menos o calor, tornado os veículos sem ar-condicionado mais confortáveis para trabalhar no dia-a-dia, principalmente em dias quentes. Em Nova York, os famosos táxis amarelos têm uma explicação: a visibilidade. Em 1905, John Hertz, de Chicago, ouviu no boletim da Universidade de Chicago que a cor amarela misturada com um pouco de vermelho, pode ser vista de longe com facilidade. A partir de então, começou a pintar 400 veículos dessa cor, embora apenas em 1970 é que foi estabelecido o padrão para os táxis.


Instrumentos utilizados em oficina para aplicação da tinta

Fonte: Auto Esporte