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24 janeiro, 2010

Seguro de Carros - Vendi meu carro com seguro. Eu perco meu bônus?

Cuidado com esse procedimento. Em primeiro lugar não existe venda de seguro., pois a apólice deve ser emitida em nome do proprietário do veículo. Além disso, com a implantação do perfil pelas Seguradoras, o seguro automóvel passou a ser ainda mais pessoal, pois o valor do prêmio é obtido em função dos dados pessoais do segurado. No seu caso, houve ainda desconto pela ausência de sinistro (bônus). O que você pode fazer é o que chamamos de TRANSFERENCIA DE TITULARIDADE DO SEGURO, ou seja, substituir todos os seus dados pessoais pêlos do novo condutor, o que certamente acarretará em diferença de prêmio. Evite essa pratica, pois não é vantajosa para nenhuma das partes Em relação a perda de bônus, a resposta é não. O bônus é do segurado e não do veículo.


IMPORTANTE
Ao trocar de carro você deve fazer um endosso em sua apólice, isto é, substituir o veículo vendido pelo que você está adquirindo.


Caso você não vá comprar outro veículo, cancele seu seguro. Dessa forma, você mantém seu bônus por até seis meses, dependendo da Seguradora.


Fonte: GoodWay Seguros

Seguro de Carros - Furto de carro deve ser indenizado pelo valor contratual

O ressarcimento pelo roubo de carro protegido por seguro deve acontecer com base no valor do bem no ato do contrato entre seguradora e segurado, e não baseado em valores de mercado de tabelas de preços publicados nos jornais.


Uma segurada entrou com um processo na comarca de Bilac, interior do estado de São Paulo, para cobrar a diferença da indenização por seu veículo, segurado pela Marítima Seguros. O julgamento de primeira instância deu ganho de causa à proprietária do automóvel, pois, baseado no Código de Defesa do Consumidor, o juiz entendeu que o prêmio cobrado pela Marítima era relativo ao valor do bem presente na apólice firmada entre as partes. A seguradora apelou, mas o tribunal manteve a indenização baseada no valor da apólice do automóvel.


Esta tendência judicial de dar ganho de causa aos pedidos de indenização pelo valor do bem constante na apólice forçou as empresas do setor a oferecerem dois produtos distintos: um indenizável pelo valor de mercado e outro onde o segurado opta pelo recebimento do valor integral pré-determinado entre as partes.


Fonte: Valor Econômico

Seguro de Carros - Bônus - O que é e como funciona?

O Bônus é um desconto progressivo que as Companhias de seguro oferecem a seus clientes pela ausência de sinistros durante a vigência da apólice. Este desconto começa com 10% (classe 1) e pode chegar a 35% (classe 6)do valor do seguro caso o cliente não utilize o seguro por 06 anos consecutivos. 


Vejamos abaixo como funciona a escala de bônus:


Tempo sem Sinistro Classe
1 ano I - 10% de desconto
2 anos II - 15% de desconto
3 anos III - 20% de desconto
4 anos IV - 25% de desconto
5 anos V - 30% de desconto
6 anos VI - 35% de desconto


É importante frisar que a ocorrência de sinistro não causa a perda completa do bônus .
O que ocorre é uma redução de classe.


Exemplo: Segurado possui bônus classe IV e sofre um sinistro durante a vigência da apólice. Ao renovar o seguro seu bônus será de 20% (classe III).


Fonte: Goodwayseguros

26 dezembro, 2009

Aprenda a ler um pneu

Considerando todos os padrões (americano e europeu) e algumas caracteristicas particulares, temos abaixo exemplos de dimensões encontrada e sua respectiva leitura:


175/70 R13 = É a descrição mais usual, "175" é a largura máxima do pneu montado e inflado em milimitros, "70" representa a série do pneus, a altura do flanco corresponde a 70% da largura do pneu. "R" representa que a estrutura deste pneu é Radial e "13" é o diâmetro de apoio, corresponde ao da roda em polegadas.


165 R13 = Quando há omissão da série, significa dizer que trata-se de "80".


7.50 R16 = Uso profissional, "7.50" refere-se a largura máxima do pneu montado e inflado em polegadas, neste caso a série é "100", ou seja, altura dos flancos é 100% da largura total do pneu, "R" de Radial e "16" diâmetro de apoio das rodas.


31 X 10.50 R15 = Descrição mais usual no mercado Americano, "31" é a altura total do pneu em polegadas, "10.5" a largura total em polegadas, montado e inflado, "R" Radial e "15" diâmetro de apoio das rodas em polegadas.

Bateria : Problemas & Soluções - Parte 2

BATERIA NÃO SEGURA CARGA
A bateria só deixa de armazenar a carga quando a mesma perder totalmente a parte metálica que sustenta a massa ativa ou por curto-circuito de algum dos vasos.
Se analisarmos uma bateria internamente veremos que este tipo de defeito ocorre devido a SOBRECARGA que a mesma sofreu, depositando a matéria ativa no fundo do monobloco ou ainda pelo envelhecimento normal da mesma.


SOBRECARGA
Significa que o regulador de voltagem está com algum defeito, pois está mandando mais de 14,5 volts, que é a voltagem máxima que uma bateria pode suportar.


SUBCARGA
A bateria está recebendo menos energia do que precisa, que é 13,5 volts. Pode ser ocasionada por algum problema no regulador de voltagem, alternador, correia ou por algum mau contato.


BATERIA SOLTA
A bateria solta no suporte está sujeita a danos irreparáveis na parte interna.


CABO E CONECTORES SOLTOS
Além do mau contato, causam faíscas que podem ocasionar a explosão da bateria.


DESCARGAS EXCESSIVAS
Devido ao excesso de equipamentos elétricos (principalmente módulos de som), o alimentador não tem chance de repor a carga na bateria.


FUGA DE ENERGIA
Gasto de energia mesmo quando o veículo está desligado, descarrega a bateria e acelera o desgaste por descargas e recargas intensas.


CURTO-CIRCUITO
Este defeito é caracterizado pelo contato íntimo entre as placas positivas e negativas do elemento, podendo ocorrer também por objetos estranhos introduzidos no interior do elemento.


Pode ser provocado intencionalmente nos pólos para verificar o estado da carga. Deteriora rapidamente a bateria e pode causar explosão.


ELETRÓLITO CONTAMINADO
A contaminação do eletrólito com agentes estranhos, principalmente sais metálicos e substâncias orgânicas, aumenta consideravelmente a corrosão das placas e separadores.
Este tipo de defeito ocorre quando se coloca água de torneira, mesmo a água filtrada não deve ser usada, jamais coloque qualquer solução ácida ou deixe cair dentro dos vasos pedaços de estopa, ferro, cobre, panos, madeiras ou papel, são substância orgânicas e contaminam o eletrólito.


AQUECIMENTO ANORMAL DOS PÓLOS
Causas prováveis:
- Tensão de carga excessivamente alta
- Nível do eletrólito muito baixo
- Curto-circuito
- Mau contato entre a ligação internas e pólos
- Terminais frouxos
Lembre-se, a saúde de sua bateria depende do sistema elétrico de seu veículo, portanto, mantenha-o em ordem porque nem sempre a bateria tem culpa.


Fonte: www.acdelco.com.br

Bateria : Problemas & Soluções - Parte 1


Problema
Possíveis Causas
Método de Analise
Solução
Veiculo não da partida ou parte com dificuldade
Mau contato devido a aperto insuficiente dos cabos, mau contato por oxidação entre os cabos, pólos ou conexões ou ligação de massa insuficiente
Checar visualmente.
Caso detectar condição inadequada...

Aperte os parafusos de fixação.Se necessário, troque conectores ou cabos.Em caso de mau contato, remova os contatos e lixe os pontos de conexão.
Bateria Descarregada devido a veiculo com pouco uso ou com uso constante, mas por pequenos percursos.
Verifique o pedômetro e compare com a data de venda do veiculo. Caso seja detectada descarga por pouco uso...
Desconecte o cabo negativo da Bateria quando o veiculo ficar sem uso por longos períodos.
Fuga de Corrente
Desligue todos os consumidores e posicione um amperímetro em serie com a Bateria. Caso a corrente de fuga seja superior a 20 mA...
Retire um a um dos fusíveis ate detectar o circuito responsável pela fuga e corrija a falha.
Alternador não gera corrente suficiente para o consumo do veiculo
Com um miliamperimetro em serie, ligue todos os opcionais do veiculo. Acelere. O amperímetro deve marcar zero ou uma leitura de corrente positiva.
Revise a existência de cabos soltos, se a correia do alternador esta frouxa, se a lâmpada indicadora de carga no painel esta queimada, se o alternador esta funcionando bem.
Regulador com tensão abaixo de 13,8V.
Com um amperímetro em serie e um voltímetro em paralelo com a Bateria, acelere o motor. Quando a leitura da corrente apresentar um valor a 1 A leia a tensão.. Caso apresentar a tensão de carga 13,8 V e não existirem cabos soltos ou correia frouxa...
Substitua o Regulador de Tensão.
Algum equipamento ficou ligado
Verifique os equipamentos ( opcionais )
Recarregue a Bateria
Bateria com defeito
Teste da Bateria com equipamento adequado
Substituir a Bateria
Veiculo não da partida (embora luzes no painel acendam).
Fusível de Alimentação queimado.
Verifique visualmente.Caso esteja queimado...
Substitua o fusível.
Chicote de Comutador queimado
Verifique visualmente.Caso esteja mau conectado ou desconectado...
Conecte o chicote adequadamente.
Comutador com defeito
Caso o problema não seja resolvido
Troque o comutador
Motor de partida com defeito
Coloque um amperímetro em serie com a Bateria. A corrente de partida de ser compatível com o motor:
1000 a 1600cc -Imax = 100A
1600 a 2000cc -Imax = 130A
2000 a 4500cc- Imax = 180A

Substitua o motor de partida
Veiculo de repente apagou
Bateria pode estar isolada.
Com a Bateria carregada, proceda a analise da Bateria com equipamento adequado.Se a tensão estiver a menos de 2V e a corrente próxima de zero...
Substitua a Bateria.
Veiculo parte com dificuldade
Bateria descarregada.Motor fora de ponte( motor com ângulo de ignição descalibrado)
Verifique o ponto do veiculo com equipamento adequado.Caso haja problema...Verificar conforme tabela acima a condição do motor de partida. Caso haja problema...
Regule o ponto de ignição.
Substitua o motor de partida

Odor anormal no veiculo. Maior intensidade com o acionamento da luz do farol, rotação ou vazamento de solução eletrolítica.
Sobrecarga na Bateria devido a tensão do regulador estar acima de 14,4 V.
Coloque o voltímetro em paralelo com a Bateria e acelere o motor. Se a tensão for maior que 14,4V...
Substitua o regulador de tensão e se necessário, o alternador.
Veiculo com ruído (motor de partida continua acionado após partida).
Comutador de partida do veiculo não retorna a posição correta.
Verificar visualmente.
Caso apresente falha...

Substitua o miolo da chave ou o comutador caso persistir o defeito.Substitua o motor de partida.
Lâmpada indicadora de carga no painel não apaga.
Regulador de tensão ou alternador com defeito.
Verificar conforme descrito acima.
Caso haja problema...

Substitua o regulador ou alternador conforme resultado do teste.
Lâmpada indicadora de carga no painel piscando.
Rotação do motor abaixo do especificado.
Verifique a rotação e tensão da correia.
Caso haja problema...

Corrigir a rotação do motor e a tensão da correia.
Veiculo com ruído no alternador
Tensão alta na correia.
Correia com defeito.
Rolamento com defeito

Checar Tensão.
Verificar correia.
Verificar existência de ruído.

Corrija tensão da correia.
Substitua a correia.
Substitua o alternador.



Fonte: www.acdelco.com.br

03 dezembro, 2009

O motor esta demorando para dar a partida? O que fazer?

O diagnóstico para quando o carro não pega são inúmeros. Entre eles, carburador sujo ou entupido por impurezas existentes no combustível; motor afogado por excesso de combustível; bateria com pouca água, com o cabo frouxo ou oxidado; desregulagem do ponto de ignição, etc.


Outras causas para a lentidão na partida são velas gastas, cabos de vela mal colocados ou úmidos; motor de arranque com defeito; tampa do distribuidor rachada ou com defeito; falta de combustível no reservatório. Nos carros sem ignição eletrônica, podem ser platinados gastos, queimados ou mal regulados.


Quando o veículo está rodando e, de repente, começa a engasgar como se estivesse sem forçar para continuar, pode ser alguma impureza do fundo do tanque de combustível que pode ter atingido o carburador ou a bomba, provocando entupimentos.


Outra causa possível é uma falha no sistema elétrico, na tampa do distribuidor ou defeito na bobina de ignição. Aconselha-se aos motoristas a lerem o manual do fabricante e fazer revisões periódicas no veículo para evitar consertos mais complicados, prejuízos maiores, e para garantir a segurança no trânsito. Superaquecimento - A correria do dia-a-dia faz com que as pessoas se lembrem de algumas coisas e se esqueçam de outras. No caso dos condutores do veículo, eles muitas vezes se esquecem de verificar a água do radiador ou do reservatório, desatenção que pode deixá-los à beira da estrada. O carro esquenta muito se estiver
faltando água no radiador ou no reservatório e se houver vazamentos. Se não for nenhum desses motivos, o sistema pode estar entupido, precisando de limpeza e aditivos.


Siga as recomendações do fabricante do veículo quanto ao tipo e quantidade de aditivo a ser utilizado. O defeito pode ser também do "cebolão", a peça que liga a ventoinha do carro. Ou então da válvula termostática, responsável pelo controle da circulação da água. Ao contrário do que muita gente pensa, não é recomendável tirar esta válvula. Entre outros problemas, pode haver desgaste excessivo do motor e aumento do consumo de combustível. Uma simples desregulagem no motor também pode causar aquecimento acima do normal. Técnicos lembram que não se deve abrir a tampa do radiador com o motor quente. A pressão pode expulsar a tampa e fazer jorrar água aquecida, provocando queimaduras. Além do mais, quando o carro esfriar, a água que saiu vai fazer falta ao sistema de refrigeração.