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18 janeiro, 2009

Perguntas e Respostas sobre blindagem

1. Depois de blindado, quantos quilos um carro passa a ter?
O peso acrescido ao veículo pela blindagem depende de dois fatores: 
a. nível de proteção da blindagem: quanto maior o nível de proteção, maior quantidade de material deve ser utilizada no processo de blindagem, e conseqüentemente, maior o peso acrescido ao carro. Deve-se tomar cuidado para não comparar blindagens feitas com tecnologias diferentes, como veremos a seguir.
b. tecnologia usada nos materiais utilizados: quanto maior a tecnologia utilizada na blindagem, menor o peso que ela apresentará. Como a tecnologia usada nos materiais de blindagem vem da indústria aeronáutica e o fator peso em aviões é crucial para o desempenho destes, as blindagens automotivas acabaram se beneficiando desses desenvolvimentos.
Em resumo:
- Blindagens de última tecnologia, para o nível IIIA da norma NIJ (resistente a projéteis de 44 magnum), devem acrescer cerca de 77 kg de vidro e 30 kg de painéis de Kevlar (aramida fabricada pela DuPont), totalizando cerca de 107 kg de materiais nobres.
- Blindagens de baixa tecnologia, feitas com vidros de 21 mm e painéis de aço, devem acrescer cerca de 120 kg de vidro e 147 kg de aço (peso total de 267 kg), ou seja, 140 kg a mais do que no carro descrito no item anterior.




2. Ao ser blindado, o veículo passa a ter um vidro novo ou o original é aproveitado como uma das matérias-primas do novo produto?
No processo de blindagem, TROCAM-SE TODOS OS VIDROS ORIGINAIS por vidros laminados, fabricados especialmente para resistir a impactos balísticos.



3. Qual a espessura de um vidro balístico?
Assim como o peso, a espessura do vidro balístico varia de acordo com o nível de resistência balística e a tecnologia empregada na fabricação do mesmo. Hoje, os vidros de maior nível tecnológico apresentam as seguintes espessuras nominais:
a. nível II da norma NIJ: 15 mm
b. nível IIIA da norma NIJ: 17 mm



4. É viável a blindagem apenas dos vidros de um veículo?
É possível teoricamente, porém isso não é recomendado por dois motivos:
a. os vidros são responsáveis por cerca de 70 % do custo de uma blindagem, ou seja, a economia não valeria o risco de deixar o carro exposto na parte opaca;
b. o carro ficaria "falsamente blindado", pois é impossível enxergar a blindagem opaca dentro da carroceria, o que levará seus usuários a terem uma "segurança falsa", que colocaria suas vidas em risco, o que é inaceitável.



5. Quanto custa uma blindagem de boa qualidade?
É difícil falar de valores médios, visto que os custos de montagem e desmontagem dos carros variam muito. Carros de alto luxo, cheios de acessórios e eletrônica, normalmente custam mais para serem blindados em relação às pick-ups diesel. O potencial cliente deve consultar várias opções de blindadoras estabelecidas, procurar por referências do trabalho das mesmas, verificar os tipos de materiais utilizados e os certificados de qualidade destes (principalmente os dos vidros) antes de tomar uma decisão.



6. Carros populares, como o Gol, por exemplo, podem ser blindados?
Não é recomendável blindar automóveis com menos de 90 HP, principalmente carros com motor 1.0. Os carros blindados utilizam a capacidade de carga útil especificada pelo fabricante para "carregar" a blindagem, como se fosse uma carga ou uma pessoa "gorda". Por isso, é recomendável que os carros blindados tenham folga de potência, o que geralmente acontece com motores acima de 1.6. Neste caso, blindagens de alta tecnologia são ainda mais desejáveis, pois sendo mais leves, sacrificam menos a carga útil dos pequenos automóveis.



7. De uma forma geral, quem são os usuários de um veículo blindado?
Com o aumento da oferta dos materiais de blindagem e do número de blindadoras no mercado, houve uma grande diminuição do preço da blindagem de veículos. Este fenômeno foi altamente benéfico para os consumidores, fazendo com que novos consumidores pudessem comprar um carro blindado. Hoje, encontramos grande parte desses veículos sendo vendidos na classe média.



8. Hoje, quais os modelos de veículos mais blindados no Brasil?
Golf, Audi A3, Marea e Ômega são os mais vendidos. Em segundo plano, ficam as SUV's (principalmente as Pajero), pick-ups pequenas (Fiat Adventure e Saveiro) e em terceiro plano, os demais carros importados (BMW série 3 e Mercedes C).



9. Há dados de quantos veículos blindados circulam no Brasil atualmente?
A frota brasileira tem por volta de 15 mil veículos blindados atualmente (segundo dados de novembro de 2002) e cresce cerca de 6 mil veículos por ano.



11. No caso de armas pesadas, como rifles ou fuzis, qual o maior calibre que um vidro blindado agüenta? Até que calibre e quantos impactos o pára-brisa de uma Blazer poderia suportar?
O nível de contenção balística admissível depende do projeto do vidro blindado em questão. É preciso levar em consideração qual a quantidade de energia que ele deverá suportar, bem como o tipo e a freqüência do projétil que será o vetor dessa energia. Praticamente não há limite para o nível de contenção balística de um vidro blindado. O pára-brisa de um automóvel de passeio pode conter projéteis de armas de mão até fuzis de alto calibre; tudo depende da tecnologia e do projeto do vidro. Mais informações podem ser conseguidas nos sites dos fabricantes:
www.gepco.com.br
www.agp.com
www.vitrotec.com.br
www.pilkington.com




12. Quem compra um carro blindado, além de fazer um seguro, faz também um seguro para a blindagem do carro? É comum fazer seguro para blindagens? Quanto custa esse tipo de cobertura?
O seguro de carros blindados vem se tornando comum à medida em que o próprio carro blindado vem se popularizando no país. Hoje, a blindagem de carro é vista como um acessório. Claro que há implicações nos riscos que a seguradora corre, tanto no caso de roubo como no de acidentes, o que faz com que a análise técnica deste tipo de seguro seja feita por especialistas.
Os preços variam de acordo com o nível da blindagem (proporcional à quantidade de material utilizada) e com o próprio valor de carro. Mais informações podem ser conseguidas nos próprios sites das companhias de seguro ou nas corretoras de seguros independentes.



13. Quais são os carros que já vêm blindados de fábrica no Brasil? Qual é a garantia deles?
Por enquanto, do ponto de vista técnico, não há nenhum carro nacional que tenha blindagem feita na própria montadora, ou seja, todos saem da fábrica inteiros (completamente montados) e são encaminhados para blindadoras. Essas empresas são especializadas em desmontar os carros, aplicar os materiais blindados como painéis balísticos e vidros blindados e remontar tudo no seu devido lugar e depois entregues ao usuário final.
A garantia dos carros blindados varia de empresa para empresa. É conveniente que ela seja dada por escrito. As montadoras, apesar de não terem uma política explícita para garantir carros blindados, têm tido o bom senso de se responsabilizar pelos pontos em que a blindagem não afeta o veículo.
Entre os pontos que devem ser considerados, destacam-se os seguintes: motor, câmbio e suspensão, nos casos de blindagens feitas com materiais leves que não ultrapassem significativamente a carga útil, deixando a garantia do acabamento, vidros, máquinas de porta e outros itens mais comprometidos pela blindagem sob a responsabilidade do blindador. Este esquema tem funcionado bem, e não se tem notícia de grandes problemas.




14. Gostaria de saber se não é recomendável manter os vidros abaixados? Existe alguma tecnologia que permita mantê-los abertos?
Nas blindagens usualmente feitas no Brasil, que protegem os ocupantes no nível IIIA da norma NIJ (National Institute of Justice, do governo dos EUA), não existe nenhum obstáculo técnico para que os vidros blindados funcionem normalmente.
O que acontece é que, por questão de segurança, costuma-se restringir a abertura dos vidros somente aos dianteiros, para que não fique inviável a utilização do carro blindado em estacionamentos de shopping centers, pagamento de pedágios, entre outros casos.
Tecnologicamente, todos os vidros poderiam funcionar normalmente. As blindadoras não o fazem para aumentar a segurança do usuário (um carro blindado com os vidros abertos deixa de ser blindado).



15. Existe uma espécie de validade para as blindagens? Se existir, o que deve ser observado na compra de um veículo usado blindado?
Carros blindados não são diferentes de carros normais, no que diz respeito à sua durabilidade. Entretanto, como "carregam peso extra" (as blindagens mais modernas acrescentam no máximo 150 kg ao veículo, o que equivale ao peso de dois adultos), deve-se levar em conta sua capacidade de carga total para não sobrecarregar o veículo.
A blindagem propriamente dita, compreendida como os vidros blindados, painéis balísticos de Kevlar e aço (utilizado nos "overlaps" e "frames"), não têm prazo de validade, podendo durar mais que o tempo de vida útil do veículo.



16. É possível blindar um micro ônibus ou uma van? Quem poderia efetuar tal serviço?
Não há nenhum obstáculo técnico que impeça a blindagem de vans ou ônibus. Existe no mercado uma grande quantidade de vans blindadas (Caravans,Carnivals, entre outros), bem como ônibus e micro ônibus. No caso de ônibus, a blindagem lateral seria facilitada pelo fato dos vidros serem planos, o que os tornam mais em conta que os curvos utilizados em automóveis. A maioria das blindadoras do país efetuam esse serviço.



17. Eu gostaria de saber se um vidro blindado (nível 3) agüenta um tiro disparado à queima-roupa pois os testes que eu vejo os vidros geralmente estão a uma distância de no mínimo dois metros do atirador. Além disso, gostaria de saber se os airbags laterais e 'windowbags" de certos automóveis são prejudicados pela blindagem quando entram em funcionamento
Nenhuma norma de aferição de resistência balística contempla disparos feitos à queima roupa, ou seja, todas elas especificam distâncias mínimas entre a saída do cano e o alvo. Esta distância varia de acordo com a norma e o nível balístico a ser aferido. Por exemplo, no caso da norma NIJ, para o nível 3A (resistência ao calibre .44 Magnum), é exigida uma distância de quatro metros; para o nível 3 (7.62 x 51 - fuzil FAL), exige-se 14 metros. Sabemos por experiência que disparos feitos mais próximos que os preconizados nas normas diminuem o poder de perfuração do projétil.
De acordo com Sr. Álvaro Vidigal, presidente da Câmara de Blindadores da ANDB e diretor da General Armoring, é possível manter o funcionamento de todos os air bags de um carro de última geração, inclusive aqueles posicionados nas colunas e teto dos carros. Para isso, no caso dos instalados nas colunas, basta instalá-los por cima da proteção de aço.



18. Tenho um Diplomata 92 blindado e os vidros laterais estão com bolhas de ar. Pelo que me informaram, isso não altera a proteção dos vidros mas altera a estética do carro. Isto pode ser resolvido de que modo? Arruma-se? Troca-se? Quanto custaria?
O fenômeno descrito chama-se delaminação, que é a separação dos componentes laminados no vidro balístico. Pela idade do carro (mais de 10 anos), dificilmente seria viável consertar este problema, pois os componentes de ligação das lâminas de vidro já devem ter deixado de ter capacidade de colagem. O correto seria trocar os vidros por um conjunto novo. Quanto à proteção balística, vidros delaminados em grandes áreas perdem sua capacidade de contenção, o quê é mais um motivo para substituí-los.



19. Não são vendidos automóveis com blindagem nível IV no Brasil? Esse não é o único nível para uso civil que resiste a tiros de fuzil calibre 5,56 e 7,62?
O nível 4 da norma NIJ protege contra disparos de projéteis 30.06 AP, que são mais energéticos que os .556(AR-15) e os 7.62 (FAL). Este tipo de blindagem é proibida no Brasil segundo a portaria 13 do DELOG do dia 19/8/2003. Custa aproximadamente 10 (dez) vezes mais que uma blindagem nível 3A, sendo muito mais complexa no que diz respeito aos materiais aplicados e ao projeto de aplicação. Os únicos veículos que são normalmente blindados para armas longas (NIJ 3) são os carros-fortes de transporte de valores.

04 janeiro, 2009

Significado dos logótipos/símbolos das marcas de automóveis

Curioso sobre o significado dos logótipos/símbolos das tuas marcas automóveis favoritas?


O logótipo de uma marca revela os valores e filosofia do fabricante. Seguem-se algumas descrições sobre os logótipos de algumas marcas de renome.

Alfa Romeo LogoAlfa Romeo
O símbolo desta marca italiana é uma ovação à cidade de Milão, uma vez que é composto pela bandeira com a cruz vermelha, brasão da cidade de Milão e pela imagem de uma serpente a devorar um homem, símbolo da família real milanesa. O nome do fabricante combina as iniciais das siglas ALFA (Anonima Lombarda Fabbrica Automobili) com o apelido do engenheiro fundador da marca, Nicola Romeo.
Audi LogoAudi
Os quatro aros que definem a marca Audi, provêm da empresa de renome Auto Union, empresa fabricante da Audi, Horch, DKW e Wanderer. O logótipo simboliza então a unão entre as quatro marcas.
Aston Martin LogoAston Martin
Aston Martin Lagonda Limited é uma empresa automobilística inglesa com sede em Gaydon, Warwickshire, Inglaterra. O seu nome é inspirado na prova de subida de montanha de Aston Clinton e no nome do seu fundador, Lionel Martin.
BMW LogoBMW
O símbolo da BMW representa uma hélice de avião, nas cores azul e preta, alusivas ao céu e ao movimento. Foi criado depois dos irmãos Karl Rath e Gustav Otto conseguiram permissão do governo alemão para produzir motores de avião, em 1917. BMW é a abreviatura de "Fábrica de Motores da Bavária" (Bayerische Motoren Werke).
chevrolet LogoChevrolet
Dita a lenda que o símbolo da marca em forma de cruz é baseado numa ilustração de papel de parede de um Hotel em Paris, onde um dos fundadores da marca, William Durant se hospedou em 1908. Acredita-se que o fabricante da marca guardou a amostra desse papel na sua carteira já com o intuito de usar a imagem como símbolo da marca automóvel que fundou com Louis Chevrolet.
Citroenr LogoCitroen
A história de Citroën começa com o fundador da companhia, o engenheiro André Citroën. Este construiu armamentos para França durante a Primeira Guerra Mundial - depois da guerra ele tinha uma fábrica e nenhum produto. Em 1919 começou a produzir automóveis, começando com o modelo convencional tipo A. O símbolo da companhia, ainda usado até hoje, é o "double chevron", referenciando o trabalho anterior da Citroën a engrenagem ou hélice helicoidal.
Ferrari LogoFerarri
O famoso símbolo da Ferrari é um cavalo negro empinado em um fundo amarelo, sempre com as letras S F de Scuderia Ferrari. O cavalo era originalmente o símbolo do Conde Francesco Baracca, um lendário "asso" (ás) da força aérea italiana durante a I Guerra Mundial, que o pintou na lateral de seus aviões. Baracca queria o cavalo empinado em seus aviões porque o seu esquadrão, os "Battaglione Aviatori", foi inscrito num regimento da Cavalaria (forças aéreas estavam nos seus primeiros anos e não tinham administração separada), e também porque ele mesmo tinha a reputação de melhor cavaliere (cavaleiro) de sua equipe. Em 17 de Junho de 1923, Enzo Ferrari ganhou uma corrida no circuito de Savio em Ravenna e lá ele conheceu a Condessa Paolina, mãe de Baracca. A Condessa pediu que ele usasse o cavalo em seus carros, sugerindo que isso lhe daria boa sorte, mas a primeira corrida na qual a Alfa permitiu o uso do cavalo nos carros da Scuderia foi onze anos depois, nas 24 Horas de Spa em 1932. Ferrari ganhou. Ferrari continuou a utilizar o cavalo negro, contudo adicionou um fundo amarelo porque era a cor símbolo de sua terra natal, Modena. O cavalo empinado não foi sempre identificado como marca apenas da Ferrari: Fabio Taglioni o usou também nas suas motocicletas Ducati. O pai de Tagliani foi de fato um companheiro de Baracca e lutou com ele no 91º Esquadrão Aéreo, mas ao passo que a fama da Ferrari cresceu, Ducati abandonou o cavalo; esse pode ter sido o resultado de um acordo privativo entre as duas marcas. O Cavalo empinado é hoje uma marca registrada da Ferrari.
Fiat LogoFiat
O nome FIAT é um acrónimo de Fabbrica Italiana Automobili Torino, fundada por Giovanni Agnelli, em 11 de Julho de 1899. O logótipo da marca sofreu bastantes evoluções no decorrer dos anos. O primeiro logótipo da Fiat foi criado pelo pintor turinense Giovanni Carpanetto, a partir de um anúncio publicitário. Era o desenho de um pergaminho feito em latão. Em estilo rococó, que traduzia os gostos da época e a forma dos primeiros carros, muito semelhantes as carruagens. Trazia por extenso a razão social da empresa: Fabbrica Italiana di Automobili Torino e o número do chassis do veículo. A sigla não era o nome oficial da empresa, mas apenas a marca reservada ao produto. Actualmente, O 15º logotipo é uma variante em estilo mais moderno do emblema usado pela companhia nos anos 20 (4º logótipo). Desenhado pelo Centro de Estilo Fiat, vem com a moldura e inscrição prateadas, com caracteres de corpo mais largo do que os símbolos históricos, sobre um fundo azul ponteado opaco e 72 milímetros de diâmetro. Os famosos quatro losangos inclinados 18 graus permanecem na parte posterior dos modelos como assinatura inconfundível da empresa. O objectivo em relançar o logotipo, e justamente associar as glórias daquele período, quando suas máquinas eram imbatíveis no automobilismo de competição, com a solidez e a modernidade do presente

Honda LogoHonda
O logótipo da marca nipónica frabricante de automóveis e de navios consiste no "H" alusivo à sua denominação. No entanto, este "H" encontra-se relativamente inclinado para a direita, simbolizando um caminho para o futuro.


Lotus logoLotus
O nome da marca é alusivo à flor de lotus e as inicias ACBC presentes no logotipo significam Anthony Colin Bruce Chapman, nome do fundador da marca, homem que revolucionou a F1. De facto, a lotus tem uma participação activa nos campeonatos de F1.

Mitsubishi Motors LogoMitsubishi Motors
Empresa multinacional de origem japonesa. Domina diversos ramos da indústria, desde a indústria de electrónicos, naval, automobilística, actuando inclusive como empresa financeira/bancária. Em japonês significa "três diamantes". Tendo como termo de comparação os diamantes, o logótipo da marca e o nome são a representação da durabilidade e beleza dos seus produtos. Representa ainda o domínio do ar, da terra e dos mares, meios quem que actua.


Mercedes-Benz LogoMercedes-Benz
A Mercedes-Benz é actualmente a maior fabricante de automóveis da Alemanha, e a mais antiga montadora de automóveis do mundo. A famosa estrela que representa a marca surgiu em 1909, a partir de uma ideia dos filhos de Gottlieb Daimler, Paul e Adolf, cada ponta da estrela representa: Terra, ar e mar. O nome, Mercedes-Benz, foi usado pela primeira vez em 1926, quando Gottlieb Daimler e Karl Friedrich Benz, que já produziam e comercializavam veículos separadamente, uniram esforços e passaram a trabalhar em conjunto.
Nissan LogoNissan
A palavra Nissan significa "Indústria japonesa", seno o nome da marca alusivo país fabricante de origem. Durante muito tempo, a palavra Nissan encontrou-se sobre um fundo azul , cor de sucesso na cultura japonesa e um círculo vermelho como fundo, que representa luz, sinceridade. O objectivo da marca era remeter para o "sinceridade leva ao sucesso". Com a reestruturação da marca o seu logótipo foi alterado, mantendo-se o nome da marca no centro de um círculo, que simboliza universalidade.
Opel LogoOpel
O símbolo da Opel evolui ao longo dos tempos, o seu logótipo inicial era alusivo a duas máquinas de cozer, uma vez que a primeira área de negócio da marca foi precisamente produção de máquinas de coser. Quando passou a fabricar bicicletas adoptou um outro logótipo, e quando se iniciou no sector automóvel optou por criar o logótipo que hoje conhecemos, embora não com um design tão actual. O logo consiste num relâmpado no centro de um círculo, combinado a estabilidade e plenitude do círculo com a imprevisibilidade do relâmpago.
Peugeot LogoPeugeot
Peugeot é uma marca francesa, produtora de carros, actualmente pertencente ao Grupo PSA Peugeot Citröen. O logótipo da Peugeot evoluiu a partir da imagem de um leão, agregando elementos para garantir maior impacto visual, solidez e flexibilidade de aplicação. Valorizou-se a imagem de uma empresa dinâmica, porém sem deixar de lado a tradição de um nome sempre ligado ao pioneirismo.
Porsche LogoPorsche
O brasão presente no logotipo da Porsche representa o estado de Baden-Württenberg. É lá que fica a cidade de Stuttgart, na Alemanha, sede da empresa. No centro, há um cavalo preto empinado, símbolo desta cidade, antigamente utilizado nos uniformes de guerra do exército local. Em 1949, um ano depois de ter sido fundada, a Porsche adoptou definitivamente o emblema, desde então presente no capô dianteiro de todos os modelos de linha e nos carros de competição por ela fabricados.
Renault LogoRenault
O símbolo da Renault consiste num losango, similar ao formato de um diamante. Este foi adoptado em 1925, para sugerir precisamente sofisticação e prestígio. Desde então, teve quatro mudanças de visual. O primeiro símbolo, de 1898, eram dois "R", em homenagem aos irmãos Louis e Marcel Renault, fundadores da marca francesa.
Rolls-Royce LogoRolls-Royce
Empresa inglesa que tornou-se famosa pela fabricação dos automóveis mais luxuosos do mundo. Os "R" representados no logotipo da marca são alusivos aos sobrenomes dos fundadores: Charles Rolls e Frederick Royce. Inicialmente estes "R" eram vermelhos, mas após a morte dos dois fundadores passaram a ser reproduzidos em preto como sinal de luto.
Subaru LogoSubaru
A Subaru a marca de automóveis da empresa japonesa Fuji Heavy Industries, que também actua no mercado aeroespacial, no de produtos industriais e produz ainda tecnologia ecológica. De facto a marca japonesa esteve sempre associada a tecnologia de ponta. Dada a multiplicidade de segmentos em que opera o símbolo da marca e o próprio nome representam o grupo de estrelas Plêiades, estrelas da constelação de Touro. As Plêiades são visíveis no hemisfério sul e no hemisfério norte, consistem em várias estrelas brilhantes e quentes que foram formadas ao mesmo tempo dentro de uma grande nuvem de gás e poeira interestelar. A névoa azul que as acompanha deve-se à poeira muito fina que ainda permanece e reflete principalmente a luz azul das estrelas.

28 dezembro, 2008

Lamborghini Murciélago LP 710

Estilista de Von Dutch e Ed Hardy cria esportivo único avaliado em R$ 1,4 milhão

Ricardo Tadeu

Edo Competition
Preço da exclusividade: Lamborghini Murcielago LP 710 será comercializado por R$ 1.4 milhão

Os desenhos do estilista Christian Audigier estampam as roupas de celebridades ao redor do mundo. É ele quem cria as roupas malucas de marcas como Von Dutch, Ed Hardy e Lee. Dessa vez, o estilista decidiu deixar as roupas de lado e partir para o mundo da customização de veículos e contou com a ajuda da preparadora alemã Edo Competition. Ambos unirão suas forças e desenvolver o Lamborghini Murciélago LP70 Audigier.

Como não poderia ser diferente, grande parte do visual é assinada por Christian, que contou com a ajuda do artista Marcus Pfeil. A arte de ambos está espalhada por toda a carroceria e também pelo interior. Parte das portas e dos bancos tipo concha foi revestida de alcântara e receberam os mesmos desenhos espalhados pela carroceria. Tudo com bordado de primeira linha.

Edo Competition
Pinturas foram feitas pelo estilista Christian Audigier em parceria com o desenhista Marcus Pfeil
A pedido do artista, a carroceria foi pintada de preto para receber diversos desenhos. São desde caveiras, passando por tribais e chegando às chamas. No entanto, ele garante: “Cada carro terá um desenho”. Isso torna o projeto ainda mais exclusivo e o preço um tanto quanto elevando. Cada LP 710 sairá em torno de R$ 1,4 milhão.

Edo Competition
Superesportivo também se destaca pelo desempenho. São 710 cv de potência e velocidade máxima de 360 km/h
A parte da Edo Competition também foi seguida a risca. A preparadora tratou de elevar a potência do superesportivo de 640 cv para 710 cv. Foram trocados todo o sistema de captação de ar e escape para obter a nova potência. Com isso, o modelo chegou a uma velocidade máxima de 360 km/h. Por fim, as rodas receberam pintura especial na cor preta, com aros em amarelo e a suspensão foi levemente rebaixada.

Edo Competition
Interior traz bordados com desenhos semelhantes ao da carroceria

Lamborghini ganha "tatuagem"

Superesportivo tem desenho sobre carroceria e chama a atenção nos Estados Unidos

Ricardo Tadeu

JTP Photos
"Tatuagem" na carroceria faz Lamborghini Gallardo avaliado em R$ 1 milhão atrair olhares curiosos
Uma concessionária norte-americana decidiu criar uma verdadeira obra de arte sobre rodas. Trata-se de um Lamborghini Gallardo com uma pintura feita a mão utilizando uma caneta definitiva, conhecido pelos artistas norte-americanos como sharpie markers. Ela adere a qualquer tipo de superfície, desde vidro até mesmo o metal e é muito parecida com nossas canetas brasileiras a base de álcool.

JTP Photos
Pára-lamas e portas exibem desenhos tribais bem detalhes; logo na traseira foi "colocado em uma "folha"
Os desenhos em forma de tribal e setas são muito bem trabalhados e precisaram de duas semanas para serem concluídos. Uma fina camada de verniz dá o acabamento da obra de arte e deixa a superfície lisa como uma pintura de carro original. A primeira exibição do Lambo tatuado chocou muitas pessoas na semana de Pebble Beach, onde ela disputou um concurso de carro mais bonito fabricado na Itália. Hoje o modelo pertence à concessionária Prestige, de Miami, Estados Unidos, onde foi fotografado pelo site JTP Photos.

JTP Photos
Superesportivo tem motor traseiro V10 com 520 cv e é capaz de passar dos 300 km/h de velocidade máxima

22 novembro, 2008

■ Função das Molas e Amortecedores

Amortecedores Igualmente como as barras estabilizadoras, os amortecedores e molas atuam no equilíbrio e transferência de peso do carro. O princípio nos carros on-road e off-road são os mesmos, mas a coisa fica por aí, as dimensões, cargas, regulagens de suspensão e etc... são completamente diferentes, em função do tipo de piso para o qual cada um é destinado.
Os amortecedores e molas funcionam da seguinte forma:

AMORTECEDORES
Os amortecedores são muito importantes para a regulagem do chassis. Eles têm três funções:
  • absorver choques (pressão do óleo)
  • distribuir a transferência de peso (pressão do óleo e molas)
  • ajustar a tensão da mola (molas)
AMORTECIMENTO (PRESSÃO DO ÓLEO)
O amortecimento (pressão do óleo) é feito no cilindro cheio de óleo do amortecedor. O pistão restringe o fluxo de óleo quando o amortecedor entra e sai. A taxa de pressão é uma combinação da viscosidade do óleo (peso) e da restrição do pistão.

Os amortecedores podem vir com duas opções:
  • pistões fixos (1-2-3 orifícios) - A viscosidade do óleo e/ou número de orifícios tem que ser alterada para que a taxa de pressão seja alterada
  • pistões duplos ajustáveis -Absorção externamente ajustável, nenhuma mudança de óleo é exigida
O óleo de silicone para amortecedores é desenvolvido especialmente para dar uma pressão consistente.
Esse óleo apresenta graus de viscosidade:
peso 20 leve pressão
peso 30 pressão média
peso 40 pressão de média à forte
peso 50 pressão forte

Os pistões ajustáveis fornecem uma grande variedade de ajustes de pressão sem mudança de óleo. É importante ajustar os amortecedores da direita e da esquerda igualmente, nunca ajuste apenas um amortecedor. Certifique-se de que o amortecedor funciona suavemente e de que não há ar no amortecedor. Isso pode exigir paciência, pois "montar" um amortecedor não é uma tarefa fácil.

ABSORÇÃO E TRANSFERÊNCIA NA CARGA
O efeito de uma absorção eficaz é uma eficiente carga no pneu sob qualquer circunstância. Isso é de grande importância para a manutenção das trações dianteira, traseira e lateral. A taxa de absorção depende da tensão da mola. Uma mola mais mole exige menos absorção, já uma mola mais rígida precisa de mais absorção.

ABSORÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE PESO
A absorção representa um papel importante, pois determina a quantidade de tempo necessária para transferir o peso da parte interna para a externa (em curvas), da dianteira para a traseira (aceleração) e da traseira para a dianteira (freada). Se não houvesse absorção, as molas assumiriam toda a carga e seriam comprimidas. Isso leva um certo tempo. Com a absorção apropriada, a transferência de peso aumenta muito mais rapidamente, o que resulta em uma resposta mais rápida à transferência de peso e, com isso uma resposta de direção mais rápida, melhor linha reta, estabilidade em alta velocidade e freadas melhores.

EFEITOS DE REGULAGEM EM 4-WD / 2-WD

AJUSTES NA ABSORÇÃO DOS AMORTECEDORES

Absorção mais pesada
  • resposta de direção mais rápida
  • mais tração
  • usada com molas mais rígidas
  • pistas planas e uniformes
Absorção mais leve
  • resposta de direção mais lenta
  • menos estabilidade em linha reta
  • menos tração
  • usada com molas mais flexíveis
  • pistas acidentadas
MOLAS EM ESPIRAL E CARACTERÍSTICAS DA MOLA

As molas em espiral usadas nos amortecedores apresentam quatro propriedades específicas:
  • espessura do arame
  • comprimento total
  • número de espirais
  • progressividade dos espirais
DIÂMETRO DO ARAME
Uma mola em espiral é um tipo de mola torcida. A espessura do arame e o ângulo do espiral determinam a quantidade de força que é exigida para comprimir a mola uma certa distância. Um diâmetro de arame mais espesso aumentará a rigidez.

COMPRIMENTO DA MOLA
O comprimento de uma mola em espiral também determina o grau de rigidez de uma mola, mas sempre em combinação com o números de espirais. Uma mola curta é mais rígida do que uma mola longa com a mesma distância de espiral. Uma mola longa é menos progressiva do que uma mola curta.

NÚMERO DE ESPIRAIS
O número de espirais também afeta as características da mola, mais espirais em um dado comprimento de mola a tornam mais mole, menos espirais a tornam mais rígida, pois cada espiral deve "comprimir" mais e, portanto, exige mais força.

ESPIRAIS PROGRESSIVOS
Algumas molas têm os chamados espirais "progressivos". Isso significa que a distância entre os espirais varia. Quando uma mola progressiva é comprimida, os espirais que estiverem mais próximos uns dos outros, serão comprimidos primeiro e, quando esses espirais estiverem unidos, os outros espirais começarão a se comprimir. Então, a primeira parte da compressão é mole e a mola torna-se progressivamente mais rígida. Isso é muito importante para seguir a superfície da pista sem perder o contato. Não esqueça que a suspensão dos automodelos RC têm que lidar com as mesmas condições de pista que os carros reais; fazendo com que as ondulações sejam mais ou menos 10 vezes maiores! Ao mudar de direção (entrar na curva), a suspensão tem que enrijecer rapidamente para responder à transferência de peso. Se a mola tiver a mesma rigidez que antes, essa resposta levará muito tempo para ocorrer e retardará a resposta de direção. Uma mola progressiva enrijece-se e quando o carro, em posição neutra, estiver perto do ponto onde a mola torna-se mais rígida, a resposta da direção será mais rápida.

SELEÇÃO DE MOLAS EM ESPIRAL

Molas dianteiras mais moles
  • mais direção
  • usadas em pistas acidentadas
  • maior "mergulho" em freadas
  • resposta de direção mais lenta
Molas dianteiras mais rígidas
  • menos direção
  • usadas em pistas planas
  • resposta de direção mais rápida
Molas traseiras mais moles
  • mais tração na saída da curva
  • usadas em pistas acidentadas
  • resposta de direção mais lenta
  • a dianteira levanta sob aceleração
Molas traseiras mais rígidas
  • resposta de direção mais rápida em pistas suaves
  • requer mais absorção dos amortecedores traseiros
  • menos tração

17 novembro, 2008

Salão do Automóvel em Curitiba começa dia 22 a vai até 30/11

O Salão do Automóvel de Curitiba em sua 12º edição, que será realizada de 22 a 30 de novembro, vai estar repleto de novidades. A principal delas é que o evento deixa de ocorrer no Expotrade, em Pinhais, e passa para as instalações do Expo Unimed Curitiba, do Grupo Positivo, no Ecoville, local de fácil acesso e com estacionamento gratuito. Além disto, as marcas estão trazendo para Curitiba suas atrações inéditas que foram mostradas recentemente no Salão de São Paulo. Como o 207 conversível, que a Peugeot pretende importar em 2009, e o Renault Sand’Up Concept, primeiro protótipo totalmente nacional da marc a francesa.

Promovido pela JA Promoções & Eventos, em parceria com a Associação das Concessionárias Autorizadas de Veículos Importados do Paraná (Acavipar), o salão de cunho comercial já entrou para o calendário como sendo um dos maiores eventos automotivos do país. Nesta edição, segundo Joe Flávio Ayres de Aráujo, organizador da mostra, a Toyota, Renault e a Kia estarão participando como montadoras, enquanto as marcas Volkswagen, Fiat, Ford, General Motors, Audi, Honda, Hyundai, Citroën, Nissan, Mercedes-Benz, BMW, Mitsubishi, Chrysler, Volvo, Land Rover, Peugeot e Subaru estarão sendo representadas pelas suas concessionárias. Patrocinador oficial do evento, o Banco Alfa promete taxas especiais para os negócios fechados durante os dias de evento. Na edição passada, que recebeu 90 mil visitantes, as vendas superaram os R$ 30 milhões.

Para promover a sua nova linha Hilux (picape e SW4), que está chegando no país, a Toyota construiu especialmente uma pista off-road com vários graus de dificuldade para test-drive em seus veículos 4x4. O Novo Honda Fit é outro carro a debutar no evento. O modelo passou por uma grande transformação: cresceu em todas as dimensões, ganhou estilo esportivo e mais potência nos motores. Sendo oferecido agora com motores 1.4 16 V Flex de 101 cv (a) e 1.5 16V de 116 cv (a). Outros modelos recém chegados no mercado e que estarão na mostra são o Novo Ford Focus (sedã e hatch) e o crossover Edge. A Fiat irá destacar as duas versões de seu sedã Linea, com motores 1.4 Tjet e 1.9 Flex, enquanto a Audi, que não esteve presente em São Paulo, promete mostrar o novo A4 e o TT roadster, enquanto a Volkswagen vai estar com o sedã Voyage,o Novo Gol e vários modelos importados.


Serviço:

Salão do Automóvel de Curitiba, de 22 a 30 de novembro, no Expo Unimed Curitiba, na Rua Professor Viriato Parigot de Souza, 5.300. no Ecoville. Horário: sábados e domingos das 14 às 22 horas. De segunda a sexta-feira das 17 às 22 horas. Mais informações: (041) 3077-7151.

http://www.salaodoautomoveldecuritiba.com

Fonte: portal.rpc.com.br

08 novembro, 2008

■ Dicas aos jipeiros

1- NUNCA ENTRE NA TRILHA SOZINHO

Por mais que o caminho pareça leve e você ache que tem um carro preparado, vá sempre com pelo menos mais um jipe. A companhia torna a aventura mais divertida e você ganha força extra nas horas difíceis. Se o jipe quebrar ou atolar, existe alguém para buscar socorro ou ajudá-lo a sair do buraco.

2- USE SEMPRE O CINTO DE SEGURANÇA

Um dos erros mais comuns, e isso não se aplica só aos iniciantes, é soltar o cinto de segurança ao entrar na trilha, por achar que não há perigo longe do trânsito. Muito pelo contrário, na trilha, dificilmente se sabe o que aparecerá depois da próxima curva, um simples buraco ou um toco no meio do caminho poderá causar um acidente grave.

3- ABASTEÇA SEMPRE ANTES DE ENTRAR NA TRILHA

Por mais econômico que seu 4x4 seja, abasteça antes de entrar na trilha. O terreno irregular altera muito o consumo do veículo, nos trajetos mais difíceis (como lamaçais e longos areões) ele pode até triplicar.

4- LEMBRE-SE SEMPRE DA PLANILHA

Se você vai percorrer uma trilha que desconhece, siga uma planilha ou alguém que saiba montá-la. Dessa forma, você saberá como voltar caso se perca ou não chegue a lugar algum.

5- NÃO SE ARRISQUE A TOA

As situações de perigo são tentadoras, mas podem ter conseqüências fatais. Se você não tem experiência, procure um caminho alternativo em vez de tentar vencer obstáculos difíceis. Mesmo se você se julga experiente, ultrapasse apenas depois que certifica-se que a manobra é segura.

6- NÃO ESQUEÇA OS MANTIMENTOS

As viagens for a de estrada são cheias de imprevistos. A estrada tranqüila na ida pode se transformar num mar de lama na volta, com uma simples chuva. Por isso esteja sempre preparado para passar uma noite no mato, mantendo seu jipe abastecido com água, alimentos não perecíveis, agasalhos e cobertores.

7- FAÇA CURSOS

Mesmo quem já esta com o pé na lama há muito anos tem sempre o que aprender. Assim, fique de olho nos cursos que podem ajudá-lo na trilha. Há aulas de pilotagem, noções de mecânica e de primeiros socorros. Maiores informações no site do Jeep Clube Campinas.

8- TENHA BOM SENSO

Nunca aja por impulso ou para impressionar os colegas de trilha. Antes de tomar qualquer atitude, pense, repense, analise por todos os lados os riscos e as possibilidades. Pode demorar mais, mas garante a saúde física e financeira no final da jornada.

9- MANTENHA DISTÂNCIA

Em um comboio fique o mais longe possível do carro da frente, sem perde-lo de vista. A distância pode evitar acidentes em casos de obstáculos repentinos. Também lhe dá espaço para pagar embalo em uma subida, por exemplo


10- LEVE PEÇAS SOBRESSALENTES

Mesmo que você não tenha noções de mecânica, leve peças sobressalentes; sempre haverá alguém no grupo que sabe dar um jeitinho de fazer o jipe chegar ao final da trilha. Pergunte ao seu mecânico o que levar. Providencie também uma cinta ou cabos ou cordas grossas, caso seja necessário rebocar o jipe.

11- CUIDE DE QUEM VEM ATRÁS

Há regras para andar em comboio. Uma delas é ser responsável pelo carro que vem atrás. Fique de olho no retrovisor, conferindo a cada minuto onde está o jipe de trás. Caso o perca de vista, pare e espere até ele aparecer. O jipe da frente vai agir da mesma forma com você, até que todos percebam o problema.

12- REVISE O JIPE NO FINAL

Se a trilha tiver muitos obstáculos, dê uma olhada geral no jipe antes de voltar ao asfalto. Veja se não existe alguma avaria, vazamento ou mangueira solta. Já em casa, mande lavar o jipe o mais rápido possível, para impedir que o barro seque e fique fortemente grudado nos sistemas mecânicos. Vale a pena também alinhar e balancear as rodas.

13- ASSOCIE-SE A UM JIPE CLUBE

Mesmo que você não seja afeito a reuniões sociais, vale a pena freqüentar um Jipe Clube. Assim, você terá companhia para os primeiros passeios e aprenderá com quem tem mais experiência.

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DICAS DE SEGURANÇA:

Antes da Trilha:

• Faça uma verificação no veículo antes de partir

• Assegure-se das condições do veículo e pneus

• Avise a alguém aonde está indo e quando vai voltar

• Verifique mangueiras do radiador e correias em geral

• Verifique a água da bateria e se esta está devidamente fixada

• Veículos sem capota devem possuir barra de proteção (Santoantônio

Leve equipamentos de sobrevivência.

Durante a trilha

• Use sempre o cinto de segurança

• Não se arrisque quando houver possibilidades de fenômenos climáticos (chuva forte,neve etc.)

• Álcool e 4X4 não são compatíveis!

• Mantenha pernas e braços dentro do veículo

• Não fique em pé dentro do veículo.


BOAS MANEIRAS NA ESTRADA:

• A cortesia é contagiosa

• Se estiver sendo ultrapassado, dê passagem

• Veículos subindo morros têm a preferência

• Estacione o veículo fora da passagem• Dirigir em situações 4x4 exige habilidade e bom senso.

O que levar?

• Mapas da região

• Estojo de primeiros socorros

• Enxada ou pá

• Macaco hidráulico

• Caixa de ferramentas completa

• Cabos de conexão elétrica

• Extintor de incêndio

• Pneu sobressalente

• Calibrador, bomba de pneus e kit de reparo para pneus, uma lata de spray vedante e ar comprimido
• Substância vedante para radiador

• Cabo de reboque permeável

• Arame e fita isolante para mangueiras

• Óleo

• Luz sinalizadora e pilhas extras

• Lona, barraca e equipamentos para condições climáticas adversas

• Sacos de dormir

• Comida, água e acessórios de cozinha

• Uma boa faca

• Fósforos envoltos em plástico para evitar a umidade

• Rádio comunicador.

Se o carro quebrar?

• Fique calmo

• Permaneça junto ao veículo

• Use o rádio para comunicação

• Proteja-se das circunstâncias

• Não esgote sua bateria.


COMO DIRIGIR EM OBSTÁCULOS OU SITUAÇÕES MAIS PERIGOSAS:

Trilho no Solo. Se você estiver num trilho profundo na lama e não conseguir sair, cave duas pequenas trincheiras, num ângulo de 45°, à direita, e deposite o material que escavou dentro do trilho. Vá em frente devagar, e o carro deverá sair do trilho ou subir para a pista.Valas e Rios se você estiver prestes a cair numa vala, vá devagar e estabilize o veículo quando possível. Se a vala ficar muito larga, deixe o veículo entrar nela e dirija com as bordas dos pneus. Avalie os arredores e peça ajuda ao co-piloto - lembre-se de manter o veículo equilibrado na vala.

Ao atravessar um rio, saiba a profundidade da água antes de atravessá-la. Seja extremamente cuidadoso com correntes fortes de água e lembre-se de que olhar através da água límpida pode causar uma falsa noção da profundidade. Se não for possível ver o fundo, o co-piloto deve atravessar antes a pé para checar a real profundidade. Não deixe que cabos de vela nem distribuidores sejam molhados.

Se for enfrentar uma corrente de água profunda, desconecte a correia de transmissão do ventilador, evitando que água seja jogada no motor. A colocação de um papelão ou lona na frente da grade do radiador desviará a água. Verifique a localização da entrada de ar do veículo. Em alguns, esta se encontra abaixo do pára-choque, o que provocará a entrada de água no motor, causando o "calço hidráulico". Quando for atravessar, vá devagar para evitar a formação de uma onda na frente do veículo.

Profundidade da Água:

• Até as calotas - geralmente sem problemas

• Pára-choque - cuidado, verifique entradas de ar Faróis - cuidado

• Cobrindo os faróis - evite se puder.

Quando for atravessar um córrego tome cuidado com rochas e obstáculos submersos. Comece com um pequeno ângulo em relação à corrente. Se souber com antecedência que vai atravessar córregos, impermeabilize o sistema de ignição. Após atravessar um córrego, freie levemente para secar o sistema. Verifique também o diferencial e a caixa de transferência.

Poeira:

Ao dirigir em locais empoeirados, feche as janelas e ligue o ar-condicionado ou ventilação para pressurizar o interior do veículo, evitando assim a entrada de poeira. Assegure-se de que o sistema de recirculação esteja ligado. Se seu veículo for aberto (sem capota) abaixe o pára-brisa, fazendo com que a poeira atravesse o veículo.

Pressão dos Pneus:

Os pneus, junto com a tração 4x4 do jipe, são fundamentais para a condução no fora de estrada. Mas cada tipo de terreno acidentado é necessário saber o que fazer com a calibragem. Confira! Para a maior parte dos casos de condução fora de estrada é permitido manter as pressões adotadas em estrada. Todavia, em condições extremas valem as seguintes regras:

Lama - é permitido reduzir a pressão para aumentar a área de contato do pneu com o solo (capacidade de flutuação);

Rocha - manter a pressão normal. Reduzi-la significa aumentar o risco de "picotar" a anda de rodagem ou até cortar o pneu lateralmente;

Areia - sobre areia não compactada é permitido reduzir a pressão dos pneus para aumentar a tração;

Água - manter a pressão normal porque não será possível ver os obstáculos submersos.

OBS: Nunca use nos pneus de seu veículo pressão inferior a 16 lb/pol2. Em casos nos quais foi necessário reduzir a pressão, recalibre-os o mais rápido possível. Enquanto não recalibrar os pneus, dirija devagar e, sob nenhuma circunstân
ciacia, ultrapasse a velocidade de 80 km/h