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Calculadora de rodas
10 abril, 2013
Suspensão e Amortecedores - Parte 1
Suspensão
Se o pavimento das faixas de rodagem oferecesse perfeitas condições de rolamento, os automóveis não necessitariam de um sistema complexo de suspensão para proporcionar conforto aos seus ocupantes. Um bom sistema de suspensão deve incluir molejamento e amortecimento. O primeiro consiste na resistência elástica a uma carga e o segundo na capacidade de absorver parte da energia de uma mola após esta ter sido comprimida.
Se esta energia não for absorvida, a mola ultrapassará bastante a sua posição original e continuará a oscilar para cima e para baixo até que essas oscilações cessem.
O amortecimento converte a energia mecânica em energia calorífica. Para reduzir o ruído e aumentar a suavidade, as molas são montadas sobre borracha. O sistema de suspensão inclui ainda almofadadas dos bancos, que também protegem contra as vibrações.
As dimensões das rodas constituem um fator importante para uma marcha suave. Uma roda grande transporá a maioria das irregularidades do pavimento; contudo, não é viável uma roda suficientemente grande para anular os efeitos de todas essas irregularidades. Uma roda não deverá também ser tão pequena que caiba em todos os buracos da superfície da faixa de rodagem o que resultaria numa marcha irregular.
06 maio, 2012
Sabe como teu IPVA é calculado? Veja aqui.
A base de cálculo do imposto é o valor venal do veículo. Este valor é obtido a partir de preços médios de mercado vigentes no mês de setembro do ano imediatamente anterior para vigorar no exercício seguinte, com sua devida publicação em tabela no Diário Oficial do Estado.
Na apuração do valor venal, no caso de veículo terrestre usado, a Secretaria da Fazenda leva em conta: marca, modelo, espécie, ano de fabricação e procedência.
Em se tratando de veículo novo, a base de cálculo será o valor total constante da Nota Fiscal de aquisição.
Em se tratando de veículo importado diretamente do exterior pelo consumidor final, a base de cálculo do imposto será o valor constante do documento de importação, acrescido dos valores dos tributos e quaisquer despesas aduaneiras devidos pela importação, ainda que não recolhidos pelo importador.
28 janeiro, 2012
CHUPETA - Conectando duas baterias para carregar a descarregada
Quantas vezes ficou sem carga de bateria e pensou "O que faço com este cabos? Quem ligar primeiro e quem desligar primeiro?
Veja abaixo nossa dica:
Veja abaixo nossa dica:
IMPORTANTE
Certifique-se de que:
1) a bateria auxiliar esteja carregada;
2) os veículos não se toquem e as ignições estejam desligadas.
CONEXÃO
1) conecte o cabo auxiliar positivo ao terminal do polo positivo da bateria descarregada;
2) conecte a outra extremidade do mesmo cabo ao polo positivo da bateria auxiliar -- positivo com positivo;
3) conecte o cabo auxiliar negativo ao polo negativo da bateria auxiliar;
4) faça a conexão final no bloco do motor do veiculo que está com a bateria descarregada -- negativo com bloco do motor. Esta conexão deve ser feita em um ponto não muito próximo da bateria;
5) afaste-se;
6) acione a partida do veiculo com a bateria descarregada. Após o funcionamento do motor, remova os cabos na seqüência inversa à de conexão, isto é, desconecte primeiro o cabo auxiliar negativo, e depois o positivo.
25 janeiro, 2012
Cuide de teu extintor de incêndio
Providenciem com URGÊNCIA a retirada do plástico do extintor.
O extintor de fogo obrigatório do carro tem que estar livre do plástico que acompanha a embalagem.
Se um policial rodoviário parar seu carro e verificar que o extintor está protegido pelo saco plástico, ele vai te autuar -5 pontos na carteira e mais R$ 127,50.
O extintor de fogo obrigatório do carro tem que estar livre do plástico que acompanha a embalagem.
Se um policial rodoviário parar seu carro e verificar que o extintor está protegido pelo saco plástico, ele vai te autuar -5 pontos na carteira e mais R$ 127,50.
30 dezembro, 2011
Bloco de Motor
Os blocos são, na sua maioria, de ferro fundido, material resistente, econômico e fácil de trabalhar na produção em série. A resistência do bloco pode ser aumentada, se for utilizada na sua fabricação uma liga de ferro fundido com outros metais.
Alguns blocos de motor são fabricados com ligas de metais leves, o que diminui o peso e aumenta a dissipação calorífica; são, contudo, de preço mais elevado. Como são também mais macios, para resistir aos atritos dos pistões, os cilindros desses blocos têm de ser revestidos com camisas de ferro fundido. A camisa (câmara) de água – conjunto de condutores que através dos quais circula a água de resfriamento dos cilindros – é normalmente fundida com o bloco, do qual faz parte integrante.
Funcionamento do Virabrequim
O volante do motor, disco pesado e cuidadosamente equilibrado montado na extremidade do virabrequim do lado da caixa de câmbio, facilita o funcionamento suave do motor, já que mantém uniforme o movimento de rotação do virabrequim. Os bruscos movimentos alternativos de subida e descida dos pistões ocorrem enquanto a inércia do volante mantém a uniformidade do movimento rotativo.
07 agosto, 2011
► Força Motriz
Ao produzir-se a combustão (explosão) da mistura de gasolina e ar, os pistões impulsionados pela expansão dos gases originam a força motriz do motor. Num automóvel de dimensões médias, quando o motor trabalha à velocidade máxima, cada pistão poderá chegar a efetuar 100 cursos pôr segundo.
Devido a esta rápida sucessão de movimentos ascendentes e descendentes, os pistões deverão ser resistentes, embora fabricados com material leve - uma liga de alumínio - na maioria dos automóveis modernos.
Devido a esta rápida sucessão de movimentos ascendentes e descendentes, os pistões deverão ser resistentes, embora fabricados com material leve - uma liga de alumínio - na maioria dos automóveis modernos.
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